Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Economia
Brasil

BC mantém a Selic a 15%, o maior patamar em quase 20 anos

Desde setembro do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas. Nas reuniões de julho, de setembro e de novembro, o Copom não mexeu na taxa.
10 dez 2025 às 21:44
Por: Band
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (10), manter a taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano, confirmando as projeções da maior parte dos analistas do mercado financeiro. É o maior nível da taxa desde 2006.


Desde setembro do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas. Nas reuniões de julho, de setembro e de novembro, o Copom não mexeu na taxa.


“O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego. O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, é adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que, como usual, não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”, disse o Banco Central em nota.


O remédio amargo da Selic alta

A manutenção da Selic neste patamar elevado tem consequências diretas na economia:

Outras notícias

Fed mantém taxa de juros dos EUA inalterada, na faixa entre 3,50% e 3,75%

Ouro bate recordes na cotação internacional; entenda os motivos

Contas externas têm saldo negativo de US$ 68,8 bilhões em 2025

Encarece o crédito, fazendo com que os empréstimos se tornem mais caros.


Reduz o consumo e os investimentos das empresas, o que desacelera a economia.


O uso dos juros altos é o principal remédio para reduzir a inflação, mas é um "remédio amargo e em dose excessiva". A prova do impacto negativo é a estagnação da economia no terceiro trimestre.


Apesar de a inflação vir recuando — auxiliada pelo dólar mais baixo e pela boa safra agrícola — o Banco Central não deve anunciar um corte de juros de imediato, pois "normalmente sinaliza o movimento antes".

Veja também

Relacionadas

Economia
Imagem de destaque

Petrobras reduz preço da gasolina em 5,2% a partir desta terça

Economia
Imagem de destaque

FGC pagou R$ 26 bi a 67% dos credores do Banco Master

Economia

Veja a tabela de isenção e redução do Imposto de Renda mensal em 2026

Economia

Conselho amplia poderes do FGC para socorrer banco antes da liquidação

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Colégio particular de Londrina corta bolsa integral de aluno e descumpre liminar; família recorre

Brasil e mundo
Brasil

Pastor condenado por estuprar menina é morto a tiros em praça de MT

Cidade
Londrina e região

Vereador de Ibiporã se manifesta após acidente e alega desorientação por automedicação

Brasil e mundo
Brasil

Grávida relata rotina com marido e outras 5 mulheres em SP: "Todas vão ser mães"

Cidade
Londrina e região

Adolescente de 16 anos é apreendido após matar homem a facadas em Cambé

Podcasts

Podcast Café com Edu Granado | EP47 | Conexão, Resultado e Estratégia | Lucas e Adailton

Podcast do Marcelo Villa | EP 1 | Acelera: 2026, Um Ano Muito Rápido

Podcast Falando de Gestão | EP 45 | Evolução e Práticas do ESG

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.