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Economia

Ibovespa ensaia recuperação mas fecha em baixa de 0,08%

25 mar 2019 às 18:00
Por: Estadão Conteúdo

O Índice Bovespa ensaiou por diversas vezes nesta segunda-feira, 25, engrenar uma recuperação das perdas recentes, mas sucumbiu às ordens de venda e fechou perto da estabilidade, em baixa de 0,08%, aos 93.662,01 pontos. Depois de ter perdido 6,26% nos quatro pregões anteriores, o índice chegou a subir 0,69% nos melhores momentos de uma sessão morna e hesitante.

Desde cedo foram bem recebidas notícias de que o governo busca uma reaproximação com o Congresso, em especial com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Na semana passada, o deputado se viu envolvido em atritos públicos com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, com o vereador Carlos Bolsonaro e, indiretamente, com o próprio presidente Jair Bolsonaro, que precisou se manifestar a respeito do assunto. A possibilidade de Maia abandonar a articulação política para obtenção de votos para a reforma da Previdência foi o ponto alto da crise, que contribuiu para o Ibovespa cair 3,10% na sexta-feira.

Outro ponto positivo no dia foram declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, que buscou minimizar a crise. Guedes disse que o que houve na última semana foi algo "perfeitamente natural" e que, mesmo que haja agora uma "queda de braço", a reforma será aprovada. O mercado reagiu positivamente à fala de Guedes, que coincidiu com a notícia da libertação do ex-presidente Michel Temer, de seu ex-ministro Moreira Franco e dos outros presos pela Lava Jato na semana passada. A reação do Ibovespa, no entanto, não durou mais que alguns minutos.

Para Pedro Galdi, analista da Mirae, o cenário internacional também contribuiu para a instabilidade do mercado brasileiro nesta segunda-feira. Apesar da queda firme do dólar, as bolsas de Nova York tiveram desempenho fraco e as preocupações com o ritmo da economia global persistiram. O fator político, no entanto, segue como principal foco, capaz de fazer o Ibovespa se descolar do exterior.

"A reforma da Previdência continua a ser a principal referência para a bolsa. Ninguém crê que ela não será aprovada, mas o grande temor é de que seja adiada. Quanto mais tempo demorar, mais o ano vai se perdendo para a economia", disse Pedro Galdi.

Na análise por ações, as quedas mais significativas ficaram com ações dos setores industrial, de consumo e imobiliário. Por outro lado, bancos e empresas do setor elétrico avançaram, recuperando parte das perdas da última semana. Cemig PN subiu 2,61% e Banco do Brasil ON avançou 0,71%.

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