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Tillerson diz que Rússia precisa recuar na Ucrânia para se livrar de sanções

09 jul 2017 às 16:35
Por: Estadão Conteúdo

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, disse hoje que a Rússia deve tomar as primeiras medidas para reduzir as tensões no leste da Ucrânia e que as sanções de seu país com a União Europeia continuarão a ser impostas até que Moscou recue na região.

Tillerson disse que a Rússia deveria usar sua influência com os separatistas no leste da Ucrânia para restaurar plenamente a trégua de não violência, acabar com os ataques a monitores internacionais e recuar do armamento pesado de militantes, sob os termos do Acordo de Minsk. Ele também afirmou que a prioridade dos EUA é "restaurar a integridade territorial e a soberania da Ucrânia" e que para isso é preciso de EUA e Rússia melhorem seu relacionamento".

"É necessário que a Rússia dê os primeiros passos para melhorar a situação no leste da Ucrânia", disse Tillerson em uma coletiva com o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko. "Isso é necessário para que façamos qualquer movimento". "Pedimos para que a Rússia honre com seus compromissos no Acordo de Minsk e exerça sua influência com os separatistas na região que eles controlam", afirmou. "As sanções dos EUA e da UE permanecerão até que Moscou reverta as ações que as provocaram".

Poroshenko agradeceu Tillerson pelo comprometimento dos EUA com a soberania e a integridade territorial da Ucrânia e elogiou a decisão de Tillerson de nomear, na semana passada, Kurt Volker como enviado especial para negociações sobre a Ucrânia. Volker é ex-embaixador dos Estados Unidos na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e espera-se que ele fique de olho na Rússia. Ele ainda vai supervisionar os esforços dos EUA para pressionar Ucrânia e Rússia a cumprirem com o Acordo de Minsk, firmado em 2015 na capital de Belarus entre os líderes da França, Alemanha, Ucrânia e Rússia.

Poroshenko disse que a resolução da crise "só precisa da vontade política de Moscou". "Kiev não planejou e não começou essa guerra. Por isso as chaves para um acordo pacífico estão em Moscou', completou.

A Rússia nega as acusações de que esteja ativamente envolvida na insurgência de separatistas, mas disse que para haja ordem e paz, Kiev precisa concordar com reformas políticas que dariam ao leste maior autonomia. O governo diz que uma reforma política depende do fim da violência. Fonte: Associated Press.

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