Dados do Ministério do Trabalho mostram que o Brasil é o país que mais registra acidentes de trabalho. Entre 2012 e 2016, foram mais de 13 mil mortos. Trabalhadores de construções civis, como esta, são boa parte das vítimas.
É pensando em melhorar a segurança de quem trabalha nesta obra na Gleba Palhano, zona sul de Londrina, que um novo equipamento de proteção está sendo usado pela primeira vez no Paraná, na obra deste edifício, da Vectra Construtora.
A rede, que tem vários formatos, para cada tipo de situação, é considerada um EPC (Equipamento de Proteção Coletiva) e elimina a necessidade de vários EPIs, (os equipamentos de proteção individual). A tecnologia é de uma empresa de porto alegre, e a ideia é que seja usada em mais obras da construtora, como explica o diretor Luiz Henrique Panno.
As redes, fabricadas na Espanha, e testadas antes do uso, são feitas para evitar que uma queda de uma altura como a do vigésimo andar, onde estávamos, não seja fatal para o trabalhador.
Segundo os engenheiro de segurança, Wilson Aparecido da Silva, e o engenheiro residente da obra, Cirus Moraes, o funcionário se sente mais seguro e até mesmo produz mais.
O Isaias da Silva que o diga. Apesar de atuar como mestre de obras há muito tempo, é a primeira vez que trabalha com essa tecnologia, e ele e a família podem ficar bem mais tranquilos.