A população do Paraná deve crescer gradualmente até 2046, chegando a 12.599.318. Em 2047, o número cai para 12.598.861 – 457 pessoas a menos – e segue em queda constante até 2060, quando será de 12.342.362. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da Revisão 2018 da Projeção de População, que estima demograficamente os padrões de crescimento da população do país ano a ano, por sexo e idade para os próximos 42 anos.
Hoje, a população paranaense é de cerca de 11,3 milhões de pessoas, número 11% menor do que o pico estimado para 2046. São, hoje, 5.563.258 homens (49% do total) e 5.785.679 mulheres (50,9% do total). Cerca de 160 mil pessoas devem nascer no estado neste ano e 70 mil óbitos são esperados.
O número de nascimentos no estado teve um pico em 2017 (161.199) e volta a cair em 2018. Em 2024, ele deve chegar ao patamar de 2010: foram 152.738 nascimentos naquele ano e, em 2024, são esperados 152.743 novos paranaenses.
Em todo o Brasil, a população do Brasil deve crescer até 2047, quando chega a 233,2 milhões de pessoas. A partir deste ano, também entra em queda, chegando a 228,3 milhões em 2060. Antes de 2047, outros 11 estados, além do Paraná, devem ter redução da população: Piauí, Bahia, Rio Grande do Sul, Alagoas, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Maranhão e Rio Grande do Norte. Segundo o IBGE, a principal característica dessas unidades da federação é o saldo migratório negativo.
No limite da projeção em 2060, oito estados – Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Amapá, Roraima, Amazonas e Acre – não terão queda nas suas populações. São estados, segundo o IBGE, com saldo migratório positivo ou taxas de fecundidade total mais elevadas.
O estudo também mostra que a expectativa de vida do paranaense, ao nascer, em 2018, é de 77,6 anos para ambos os sexos. Para os homens, ela é menor: 74,2 anos. Para as mulheres, a expectativa é de 81,1 anos.
A média brasileira, em 2018, é de 76,2 anos. No Brasil, Santa Catarina tem a maior esperança de vida ao nascer para ambos os sexos, com 79,7 anos, número que subirá para 84,5 anos em 2060. O Maranhão tem a menor expectativa de vida ao nascer (71,1 anos) em 2018 e vai perder a posição para o Piauí, que. em 2060, terá a taxa de 77 anos.
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