Depois dos 40 anos, o corpo muda e muitas pessoas sentem esses impactos na rotina: mais cansaço, alterações de humor, dificuldade para dormir e mudanças no metabolismo. A boa notícia é que hoje existem formas seguras de cuidar desse equilíbrio. No Vitrine Revista de hoje, o dr. Luiz Henrique, da Revitalle, explica as alternativas para a reposição hormonal.
O médico esclarece que o receio antigo em relação à reposição hormonal — associado a riscos de câncer e problemas cardiovasculares — baseia-se em estudos rasos e desatualizados. Pesquisas mais recentes demonstram que a reposição hormonal é segura e benéfica, desde que bem indicada e acompanhada por um profissional. Cada tratamento deve ser calculado de forma individualizada, com base em exames laboratoriais, exames de imagem e no quadro clínico da paciente.
A reposição é indicada quando há falta hormonal comprovada. Entre os sintomas mais comuns estão cansaço, alterações de humor, dificuldade para dormir e mudanças no metabolismo. O dr. Luiz Henrique explica que, durante o climatério, há grande oscilação hormonal, e que a reposição tende a ser mais efetiva quando a deficiência se torna constante, como ocorre na menopausa.
Entre os métodos de reposição hormonal estão o creme transdérmico, de absorção rápida e aplicação simples na pele; os pellets (implantes), pequenos bastões inseridos sob a pele, geralmente na região do glúteo, com anestesia local; além de opções via oral e em cápsulas.
Popularmente conhecido como “chip da beleza”, devido ao efeito colateral positivo no ganho de massa magra e na queima de gordura, o método não deve ter a estética como foco principal. O médico reforça que o objetivo da reposição hormonal deve ser sempre a saúde e o equilíbrio hormonal.
Assista ao vídeo e entenda mais sobre o tema.