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Abates bovinos perdem força e podem não sustentar a oferta no 2° semestre

Mesmo com o alto número de fêmeas indo pro gancho e com índices próximos as médias históricas o 2° semestre deve ser mais estável
19 abr 2025 às 13:12
Por: TERRA VIVA
Divulgação


Os fazendeiros do brasil inteiro sabem que a oferta de bovinos para abate vem registrando índices bem altos nos últimos meses. Principalmente neste começo de 2025, o que vem sustentando estes números é a grande disponibilidade de fêmeas indo pro gancho. De acordo com levantamento preliminar de fevereiro, realizado pela consultoria Datagro, 48,9% dos bovinos abatidos foram fêmeas. Quase a metade, hein. O valor é tão expressivo que se aproxima dos mais altos já registrados. E na comparação com o mesmo mês de 2024 houve um aumento de um ponto percentual, mas outro dado divulgado pela empresa aponta que o número total de abates devidamente inspecionados registrou uma redução de 1,7% na comparação anual, totalizando 2,28 milhões de cabeças.


Que os números realmente são expressivos para o período do ano isso ninguém pode negar, mas a verdade é que essa ligeira retração pode indicar uma mudança de comportamento no mercado para o próximo semestre e é muito importante o pecuarista ficar atento. A consultoria alerta que o esgotamento do rebanho deve vir com mais força nos próximos meses, diminuindo a disponibilidade de gado, mesmo com com muitas fêmeas ainda sendo enviadas para os frigoríficos. Para o curto prazo a oferta ainda deve seguir alta justamente pela necessidade de escoamento das vacas.


A verdade é que as chances do mercado retornar à estabilidade este ano é muito grande. Com essa quantidade de fêmeas sendo abatidas, a oferta de bezerros cai, os preços sobem e retração de vacas aumenta para produzir mais. Tudo isso buscando equilíbro e uma arroba mais alta. E por falar na reposição do rebanho, a Datagro ainda indica que o clima favorável pode estimular a retênção de fêmeas e reduzir aos poucos a oferta de animais para abate ao longo do ano. A consultoria estima um abate total de bovinos de 38,10 milhões de cabeças neste ano, o que representa uma redução de 2,9% em comparação com o recorde de 2024, que foi de 39,70 milhões de cabeças segundo o IBGE, que é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas. De qualquer forma, 2025 deve fechar como segundo maior ano em quantidade de animais abatidos. Claro, a gente vai seguir acompanhando pra verificar se de fato esses números se confirmam.

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