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Agronegócio do Brasil estreia espaço inédito na COP30 e divulga estudo sobre uso do solo

A AgriZone é um espaço exclusivo do agronegócio na conferência; pesquisa da Embrapa revela que 66% do território brasileiro é coberto por vegetação nativa
12 nov 2025 às 18:56
Por: Band
Bruno Lopes/AprosojaMT

O agronegócio brasileiro marca presença de forma inédita e privilegiada na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP30. Pela primeira vez, o setor possui um espaço exclusivo na conferência, batizado de AgriZone. A iniciativa é fruto de uma parceria estratégica entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Sistema CNA/Senar e o Sebrae.


A AgriZone programa 400 palestras em seus quatro auditórios ao longo das duas semanas de conferência. O foco principal do agro brasileiro é demonstrar as soluções sustentáveis que vêm sendo implementadas no campo para a produção de alimentos, grãos e proteínas. Entre as práticas destacadas estão o plantio direto, o uso de bioinsumos e o respeito ao Código Florestal. 


O setor busca consolidar a imagem do país como líder em produção de alimentos com práticas de agricultura sustentável, um legado que o agronegócio busca deixar na COP30.


Estudo da Embrapa Detalha Uso do Solo e Preservação


Na abertura do espaço AgriZone, a Embrapa divulgou um estudo inédito que detalha o uso e a ocupação do solo no Brasil e destaca o papel dos produtores rurais na preservação ambiental.

A pesquisa revela que mais de 66% do território brasileiro é coberto com vegetação nativa. Em contraste, o agronegócio ocupa pouco mais de 31% das terras, sendo a maior parte utilizada para pastagens e lavouras. O estudo também chama a atenção para a área de preservação na Amazônia, onde quase 84% das terras estão intactas.

A pesquisadora da Embrapa Oriental, Luciola Magalhães, ressalta um dado importante do levantamento: um terço das terras preservadas no país está em áreas de propriedade privada. Segundo Magalhães, este fato "mostra o compromisso do produtor" com a preservação. Ela também afirma que é crucial que o produtor receba uma compensação por manter essas áreas preservadas.

O estudo da Embrapa quantifica o valor econômico dessas terras preservadas pelos produtores, denominadas patrimônio imobilizado, em cerca de 3 trilhões de reais. Os dados apresentados buscam reforçar a mensagem de que o Brasil é líder na produção global de alimentos ao mesmo tempo em que pratica uma agricultura sustentável.

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