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Araras-azuis chegam ao Brasil sob fiscalização do Mapa para reintrodução da espécie

A ação faz parte do Projeto de Reintrodução das Ararinhas-Azuis (Cyanopsitta spixii), que tem como objetivo devolver a espécie ao seu habitat natural, na região de Curaçá, na Bahia
06 fev 2025 às 09:54
Por: Ministério da Agricultura e Pecuária

Na última terça-feira (28), 41 araras-azuis repatriadas da Alemanha ao Brasil desembarcaram no aeroporto de Petrolina, em Pernambuco. As aves foram recebidas por equipe do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária. A ação faz parte do Projeto de Reintrodução das Ararinhas-Azuis (Cyanopsitta spixii), que tem como objetivo devolver a espécie ao seu habitat natural, na região de Curaçá, na Bahia.


O trabalho do Mapa é fundamental no processo de importação de aves. O Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) é responsável por garantir que a importação de animais não traga riscos sanitários, como a introdução de doenças exóticas no Brasil, especialmente a Gripe Aviária", destacou o coordenador-geral do Vigiagro, Cleverson Freitas.


As aves foram encaminhadas para o quarentenário, onde passaram por um processo de microchipagem, a fim de garantir a correlação com o Certificado Veterinário Internacional (CVI). No desembarque, foram adotadas medidas rigorosas de fiscalização, incluindo a verificação da documentação, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), a inspeção de bagagens e o recolhimento dos resíduos da aeronave.


Esse processo foi realizado pelo Vigiagro em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro), responsáveis pela preparação da quarentena e a incineração dos resíduos.


Em 2020, o Brasil já havia repatriado 52 ararinhas-azuis, com o objetivo de serem reintroduzidas na natureza em uma área protegida na Bahia, criada especialmente para esta finalidade. Assim como no passado, o processo atual visa a reprodução e a soltura das araras, assegurando que a espécie Cyanopsitta spixii permaneça fora do risco de extinção.


As aves que estão agora na Bahia, nasceram em cativeiro na Europa, parte da parceria entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Association for the Conservation of Threatened Parrots (ACTP).

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