A fiscalização sobre lotes irregulares de azeite de oliva foi intensificada no estado de São Paulo pelo MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária).
O óleo vegetal figura entre os produtos mais alvos de falsificação e adulteração no mercado brasileiro.
Diante das apreensões, consumidores buscam esclarecer diferenças entre as versões extravirgem, virgem e azeite tradicional.
Segundo nutricionistas, a versão extravirgem concentra maior teor de compostos bioativos e gorduras monoinsaturadas, sendo extraída exclusivamente por processos mecânicos.
A ingestão regular do alimento integra recomendações globais com supervisão da OMS (Organização Mundial da Saúde).
Especialistas ressaltam que o aquecimento do azeite em refogados não o torna tóxico, mantendo boa estabilidade térmica no preparo de refeições.
No entanto, o calor pode reduzir parte dos compostos fenólicos originais presentes na estrutura da azeitona.
A análise de autenticidade e detecção de fraudes conta com suporte laboratorial e normatização da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Para evitar prejuízos, órgãos de proteção ao consumidor orientam a consulta de marcas reprovadas pelo PROCON (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor).
A recomendação técnica para conservação é manter as garrafas de vidro escuro fechadas e abrigadas da luz direta e do calor.