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Clima favorece safra de grãos, mas acende alerta na região Sul

Boletim de Monitoramento Agrícola indica evolução acima da média para soja e milho, apesar de irregularidade nas chuvas em regiões específicas
30 mar 2026 às 18:42
Por: Band
Colheita da soja em regiões como o Mato Grosso impactam o custo do frete
Wenderson Araújo/CNA

O índice de vegetação (IV) das principais regiões produtoras de soja e milho segunda safra segue indicando condições favoráveis de desenvolvimento na maioria das áreas do Brasil. Segundo o Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado para o período de 1 a 21 de março, as lavouras apresentam evolução acima da média.


O resultado positivo ocorre mesmo com a distribuição irregular de precipitações pelo território nacional. Os maiores volumes de chuva foram registrados no Centro-Norte, beneficiando os cultivos de primeira e segunda safra, embora tenham restringido a colheita da soja em pontos isolados.


Impacto climático nas regiões Norte e Nordeste

Na região Norte, as chuvas foram regulares e bem distribuídas na maior parte da área. Mesmo com acumulados abaixo da média em alguns setores, o armazenamento hídrico no solo permaneceu estável. Problemas pontuais por excesso de umidade na colheita da soja foram registrados no Pará e em Tocantins, enquanto Roraima manteve o padrão de baixa precipitação para o período.

No Nordeste, o desenvolvimento das lavouras foi favorecido por chuvas no Maranhão, Piauí, Ceará e parte da Bahia no início do mês. Contudo, a região do semiárido ainda sofre com precipitações instáveis e baixa umidade no solo. Em áreas específicas da Bahia, a combinação de pouca chuva e altas temperaturas impossibilitou o avanço da semeadura do milho e feijão segunda safra no sertão.

Situação no Centro-Oeste, Sul e Sudeste

O Centro-Oeste, maior produtor de grãos do país, enfrentou chuvas frequentes em Mato Grosso e Goiás, o que prejudicou pontualmente os trabalhos de colheita da soja. No Mato Grosso do Sul, as chuvas da segunda semana de março foram fundamentais para recuperar o armazenamento hídrico no sudoeste do estado, onde o milho segunda safra apresentava restrição hídrica.

Já na região Sul, as precipitações foram irregulares e com baixos volumes acumulados. Essa condição resultou em armazenamento hídrico insuficiente para o milho segunda safra em áreas do Paraná e para a soja em lavouras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

No Sudeste, o estado de São Paulo e partes de Minas Gerais e Rio de Janeiro registraram bons volumes pluviométricos na segunda semana do mês. Na sequência, as chuvas se espalharam por Minas Gerais e Espírito Santo, garantindo um bom acúmulo de umidade para a região.

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