Uma pesquisa internacional revelou que a escolha específica de frutas e vegetais é mais determinante para a saúde cardiovascular do que apenas o volume diário ingerido.
Embora diretrizes globais recomendem até cinco porções diárias de vegetais, menos de 20% da população atinge a meta ideal de flavonóis.
Os flavonóis são compostos bioativos com ação antioxidante e protetora das artérias, diretamente associados à prevenção de patologias cardíacas.
Segundo o pesquisador Maurizio Pupo, alimentos como amoras, maçãs com casca, ameixas, mirtilos e o chá verde são as principais fontes desses fitoterápicos.
Estudos clínicos, como o ensaio COSMOS, apontam que o consumo de 500 miligramas diários desses compostos reduz o risco de mortalidade por complicações vasculares.
Diretrizes preventivas e políticas de nutrição em saúde pública contam com o acompanhamento e recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde).
No âmbito nacional, o incentivo ao consumo de alimentos in natura e orientações nutricionais são regulados pelo MS (Ministério da Saúde).
A validação de suplementos alimentares e extratos padronizados no mercado brasileiro é fiscalizada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Iniciativas de pesquisa e pós-graduação voltadas à farmacologia e ciências da saúde têm apoio técnico do MEC (Ministério da Educação).
Especialistas ressaltam que a suplementação de extratos deve ser orientada por profissionais de saúde e não substitui uma alimentação equilibrada.