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Gripe aviária reaparece na Argentina e trava exportações de frango

Surto em granja comercial em Ranchos aciona emergência sanitária e ameaça retomada de vendas à Europa
24 fev 2026 às 18:29
Por: BAND
Wenderson Araujo/Trilux/CNA
A autoridade sanitária da Senasa confirmou um novo surto de gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP), subtipo H5, em aves de produção comercial em Ranchos, na província de Buenos Aires.

O diagnóstico ocorreu após a notificação de sinais clínicos compatíveis com a doença e alta mortalidade em uma granja de aves reprodutoras.


Como medida imediata, o governo interditou o estabelecimento e delimitou uma zona de controle sanitário de 3 km, além de uma área de vigilância de 7 km para monitoramento epidemiológico. 


Equipes oficiais supervisionam o abate sanitário das aves e a desinfecção completa do local para conter a disseminação do vírus.


O registro interrompe um período de estabilidade sanitária. O país havia se declarado livre da doença diante da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) em outubro de 2025, após encerrar um foco anterior em Los Toldos.


O novo caso ocorre semanas depois de a União Europeia anunciar a retomada das importações de carne de aves argentinas, prevista para 1º de março de 2026, após a recuperação do status sanitário do país.

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Com a nova detecção, a Senasa comunicará oficialmente a OMSA e suspenderá temporariamente as exportações para mercados que exigem certificação de país livre da enfermidade. A Argentina poderá manter vendas a destinos que reconhecem o sistema de zoneamento sanitário.


As autoridades afirmam que o consumo de carne de aves e ovos permanece seguro, já que a gripe aviária não é transmitida pela ingestão desses produtos. 


Se não houver novos registros, o país poderá solicitar novamente o status de livre da doença 28 dias após a conclusão do abate e das ações de desinfecção.

Com informações do Estadão Conteúdo.

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