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Resistência a fungicidas avança no Brasil e exige soluções mais eficientes no manejo

Entenda por que o Dotte é uma solução de alta performance
08 dez 2025 às 18:30
Por: Agrolink & Assessoria
Foto: Foto: José Fernando Ogura/AEN

A resistência a Fungicidas é um dos maiores desafios da agricultura moderna e, muitas vezes, se comporta como o uso repetido de alguns medicamentos humanos: quanto mais frequente, menor a eficácia. No campo, quando o mesmo princípio ativo é utilizado constantemente, o organismo ou, neste caso, o fungo, desenvolve formas de se defender. Com o tempo, deixa de responder ao tratamento, reduzindo a eficácia do controle e comprometendo a sanidade da lavoura.


“Na agricultura, a pressão de seleção favorece a sobrevivência dos fungos menos sensíveis. Eles se multiplicam e transmitem essa característica para as próximas gerações. O resultado é uma população resistente e um controle cada vez mais difícil. Por isso, monitorar, alternar e rotacionar fungicidas é essencial para preservar a eficácia das moléculas e garantir uma produtividade sustentável”, explica Paulo Moraes Gonçalves, especialista em Desenvolvimento de Mercado da Ourofino Agrociência. 


A resistência a fungicidas é vista globalmente como um dos principais riscos emergentes para a segurança alimentar, segundo estudos internacionais monitorados por redes como o Comitê de Ação à Resistência a Fungicidas (FRAC) e seu braço brasileiro, o FRAC-BR, responsável por mapear mutações, grupos químicos de maior risco e incidência de resistência nas principais culturas. 


Segundo o FRAC-BR, a resistência é especialmente crítica na soja, uma cultura que enfrenta alta pressão de seleção devido ao uso intensivo de fungicidas para controlar doenças. Nos últimos anos, alguns fungos acumularam resistência parcial aos três principais grupos químicos utilizados no manejo: Triazóis (resistência detectada desde 2006/2007); Estrobilurinas (resistência registrada entre 2011 e 2013) e Carboxamidas (SDHI), resistência identificada entre 2016 e 2017.


A Mancha-parda (Septoria glycines), também apresenta casos de resistência a estrobilurinas, carboxamidas e benzimidazóis. Esses quadros ocorrem devido a mutações genéticas que alteram o local de ação do fungicida, reduzindo sua capacidade de interação com o patógeno. O impacto econômico é expressivo: estima-se que, só na soja, as perdas de produtividade associadas à resistência cheguem a 20% ao ano, dependendo da região e do manejo adotado.

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Dotte: tecnologia premium para enfrentar a resistência com eficiência


É nesse cenário que o Dotte, fungicida premium da Ourofino Agrociência, se destaca como uma das soluções mais completas para o manejo fitossanitário. Criado com foco na agricultura tropical, o produto reúne atributos tecnológicos que potencializam o desempenho no campo e reduzem perdas, além de se integrar às principais estratégias de manejo recomendadas pelo FRAC-BR, contribuindo para reduzir a pressão de seleção e preservar a vida útil das moléculas.

 

Entre seus diferenciais estão:


- Triazol de alta performance: reconhecido pela melhor performance do mercado no controle das principais doenças que apresentam risco de resistência, atuando com precisão e consistência.


- Alta concentração de ativos: mais ingrediente ativo por litro, permitindo menor volume aplicado, otimização logística e redução do impacto ambiental.


- Alta adesividade: maior fixação nas folhas, reduzindo perdas por lavagem e aumentando a eficiência em cenários de chuva frequente.


- Absorção gradual: a planta absorve o fungicida progressivamente, garantindo seletividade e performance estável ao longo do tempo.


- Fotoproteção: a tecnologia evita a degradação dos ativos pela luz solar, prolongando a eficácia mesmo em regiões de alta radiação.


- Ação sistêmica: o produto se movimenta dentro da planta, protegendo diferentes partes da folhagem e ampliando o espectro de ação.


- Formulação estável e homogênea: favorece a aplicação, evita entupimento de bicos e oferece segurança operacional.


Para o especialista da Ourofino Agrociência, a manutenção da sanidade da lavoura ao longo do ciclo exige proteção contínua, especialmente diante da crescente resistência de patógenos-chave nas principais culturas brasileiras. “O Dotte, com formulação premium de alta fixação e ação sistêmica, assegura maior proteção foliar e contribui diretamente para a preservação do potencial produtivo”, destaca.


Ao combinar ciência, tecnologia e performance específica para a agricultura tropical, o Dotte reforça o compromisso da Ourofino Agrociência em reimaginar o manejo fitossanitário. Tudo isso para apoiar o produtor e construir lavouras mais saudáveis e resilientes.

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