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Jovem de 24 anos é morta a tiros após tentar terminar relação

28 out 2026 às 22:09

Uma jovem de 24 anos morreu após ser baleada na entrada de uma propriedade rural em Rifaina, no interior de São Paulo, na noite de terça-feira (27). A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio, e o suspeito, um pecuarista de 62 anos, está foragido.


A vítima foi identificada como Priscila Lacerda Custódio, moradora de Perdizes, em Minas Gerais. Segundo testemunhas ouvidas pela polícia, ela mantinha um relacionamento esporádico com o suspeito, identificado como João Roberto Bolelli.


Priscila foi atingida por pelo menos dois disparos, no braço e no tórax. Após o crime, o homem fugiu e ainda não havia sido localizado.


Jovem foi ao local para devolver caminhonete

De acordo com os relatos reunidos pela polícia, Priscila foi até a propriedade acompanhada do irmão e de uma amiga para devolver uma caminhonete ao suspeito. Os dois decidiram acompanhá-la porque ela teria relatado estar apreensiva devido a ameaças anteriores.


No local, Priscila e João discutiram. Segundo os relatos, a jovem afirmou que não queria continuar o relacionamento. Na sequência, o homem teria sacado uma arma e atirado contra ela.


O irmão da vítima também relatou ter sido ameaçado, mas conseguiu fugir.


Priscila foi socorrida pelo irmão e levada ao hospital de Rifaina, onde a morte foi constatada.


Suspeito tem registros por violência doméstica

Segundo a Polícia Civil, o suspeito possui registros anteriores relacionados à violência doméstica e ao descumprimento de medida protetiva.


Policiais militares realizaram buscas na propriedade rural, mas não encontraram o homem. O local foi preservado para perícia, e o celular da vítima foi apreendido para análise.


Até a publicação das informações, a defesa de João Roberto Bolelli não havia sido identificada.


Como denunciar violência contra a mulher

Casos de violência contra a mulher podem ser denunciados pelo Ligue 180, serviço gratuito que funciona 24 horas por dia e oferece orientações sobre os serviços de proteção disponíveis.


Também é possível entrar em contato pelo WhatsApp, no número (61) 99656-5008. Em situações de emergência, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190.

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