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Acidentes com escorpiões aumentam em Londrina e Vigilância Ambiental intensifica capturas

Cidade registrou 117 picadas até o início de abril; agentes utilizam abrigos inovadores instalados em cemitérios para monitorar e recolher os animais.
22 abr 2026 às 20:08
Por: Portal Tarobá
Tarobá

O avanço do período seco entre abril e setembro acendeu o alerta para o aparecimento de escorpiões em Londrina. De acordo com a Vigilância Ambiental, o município já registrou 117 acidentes com picadas apenas nos primeiros meses de 2026. Esse aumento nas ocorrências fez com que as equipes de segurança pública e saúde reforçassem o controle em pontos estratégicos, como o Cemitério João XXIII, na área central. No local, os agentes de endemias utilizam um dispositivo especial desenvolvido em Londrina, fruto de uma parceria com a UEL (Universidade Estadual de Londrina), para monitorar e reduzir a população desses animais.


A tecnologia de captura funciona de forma diferente das armadilhas comuns. Foram instalados mais de 700 abrigos criados especificamente para os aracnídeos, que oferecem um ambiente escuro e estável, atraindo o escorpião para dentro do equipamento. 


Durante as vistorias, os agentes fazem a coleta manual dos animais. Segundo o agente de endemias Mario Silva, após serem capturados, os escorpiões são sacrificados seguindo os protocolos oficiais. Ele alerta que a população jamais deve tocar ou mudar esses abrigos de lugar caso os encontre em áreas públicas, pois isso pode causar acidentes e atrapalhar o monitoramento.


As espécies mais comuns na cidade são o escorpião amarelo e o escorpião marrom, e ambos possuem um veneno que pode causar reações graves no corpo humano. A orientação da Gerência de Vigilância Ambiental é focar na limpeza total dos quintais, evitando o acúmulo de entulhos, restos de construção e lixo, que atraem baratas, o principal alimento dos escorpiões. Também é fundamental colocar telas em ralos, vedar frestas em portas e janelas e tapar furos em paredes e muros para impedir que os animais entrem nas residências.


Em caso de picada, a recomendação é procurar imediatamente a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) mais próxima. Se for possível fazer isso com segurança, o morador deve levar o animal, mesmo que esteja morto, dentro de um pote ou frasco fechado para identificação. Isso ajuda muito os médicos a definirem o tratamento correto de forma mais rápida. Manter a casa limpa e os acessos vedados continua sendo a melhor forma de evitar que esses animais se aproximem das famílias e causem novos acidentes.

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