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Polícia Civil esclarece homicídio de entregador e prende suspeito em Ponta Grossa

19 ago 2026 às 08:27

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) esclareceu o homicídio de Luiz Eduardo Batista Simão, que trabalhava como motoboy e foi morto após ser atraído para uma área rural de Ponta Grossa, nos Campos Gerais.


A operação foi realizada pelo setor de homicídios da 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa, com apoio de policiais civis do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e da Divisão de Furtos e Roubos (DFR) de Curitiba. As equipes cumpriram um mandado de prisão temporária e mandados de busca e apreensão contra um suspeito de envolvimento no crime.


O homicídio aconteceu em 5 de junho de 2026. Segundo a investigação, Luiz Eduardo foi atraído de Curitiba até Ponta Grossa para realizar uma suposta entrega. Ao chegar ao local combinado, ele foi surpreendido em uma emboscada e atingido por disparos de arma de fogo.


De acordo com a PCPR, as investigações apontaram que o crime teria sido motivado por desavenças relacionadas a um desacordo comercial ocorrido anteriormente entre a vítima e o investigado.


Ainda conforme a polícia, o suspeito teria planejado a emboscada e utilizado dados e documentos de terceiros com a intenção de direcionar as investigações para uma pessoa inocente e ocultar sua própria participação no homicídio.


As diligências, porém, permitiram aos investigadores identificar a estratégia utilizada e reunir elementos que apontaram para o verdadeiro responsável pelo crime. Entre as provas levantadas está a identificação do aparelho celular utilizado para organizar a emboscada.


Segundo o delegado responsável pelo caso, Luís Gustavo Timossi, o telefone usado para atrair a vítima foi utilizado na residência do suspeito, estabelecendo uma ligação entre o aparelho e o investigado.


Com os elementos obtidos durante a investigação, a Polícia Civil conseguiu na Justiça os mandados de busca e apreensão e de prisão temporária.


O suspeito foi localizado e preso. Durante o interrogatório, conforme a PCPR, ele confessou a prática do homicídio.


Após os procedimentos policiais, o investigado permaneceu à disposição do Poder Judiciário. A investigação continua para o completo esclarecimento das circunstâncias do crime.

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