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Polícia Civil interdita empresa de renegociação de dívidas por suspeita fraude e abuso

Em maio deste ano, outras duas unidades da empresa foram interditadas em Curitiba
18 set 2025 às 20:24
Por: Portal Tarobá

No fim da manhã desta quinta-feira (18), a Polícia Civil, o Procon e a Promotoria de Direito do Consumidor realizaram uma operação na sede de uma empresa que oferece serviços de renegociação de dívidas bancárias, localizada no cruzamento entre a Avenida Brasil e a Rua Salgado Filho.


A ação cumpriu mandados de busca e apreensão, quebras de sigilo de dados e determinou a suspensão das atividades do local. Segundo a investigação, a empresa praticava crimes contra a relação de consumo, causando prejuízos a centenas de vítimas na região. A promotoria apontou que as publicidades veiculadas pela empresa tinham caráter enganoso e abusivo.


Segundo a promotora Larissa Batistin, as investigações já ocorrem desde 2021 para apurar as irregularidades nas propagandas feitas pela empresa. Ela destaca que a empresa adotava o mesmo modus operandi em várias cidades do Paraná e que já foram identificadas mais de 100 vítimas.


Larissa Batistin ainda afirmou que a empresa orientava os consumidores a ocultar bens, não renegociava as dívidas e parava de atender os clientes. Dessa forma, o consumidor ficava com a dívida original acrescida da dívida com a empresa.


Durante a apreensão, os agentes recolheram apenas uma pequena pilha de papéis. A quebra do sigilo dos dados armazenados em nuvem deverá fornecer mais informações para a Polícia Civil, que segue investigando o caso, iniciado em 2021.

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O delegado Bruno Falci explicou que, além disso, a falta de itens patrimoniais da empresa, como computadores e outros equipamentos, chamou a atenção. Apenas duas pessoas trabalhavam no local, que possui cerca de 10 salas, o que ele classificou como incomum.


Em maio deste ano, outras duas unidades da empresa foram interditadas em Curitiba. O grupo também atua em outras cidades do Paraná. Atualmente, há um mandado de prisão em aberto contra o proprietário da empresa.


A empresa permanece interditada por tempo indeterminado. O Procon orienta que as pessoas que se sentirem lesadas procurarem o órgão para registrar reclamações.

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