Uma telespectadora enviou para o programa Primeira Hora da TV Tarobá, uma mensagem relatando que sua filha sofreu assédio dentro do ônibus do transporte coletivo. Ela conta que um homem chegou a tocar nas nádegas da menina no ônibus que faz a linha para o Centro. A reportagem foi questionar o funcionamento das câmeras de monitoramento nos coletivos.
Segundo a Cettrans as empresas que instalaram as câmeras é que têm o controle dos equipamentos que foram colocados para a segurança dos passageiros.
Existem campanhas desde 2017 contra o assédio em ônibus. A Cettrans orienta que em situações assim é preciso denunciar. Mas as mulheres que utilizam o transporte se sentem mais seguras com o monitoramento sendo feito por câmeras. Pois qualquer ação pode ser flagrada pelas imagens, o que acaba intimidando os abusadores.