A Secretaria Municipal de Saúde vem registrando, nas últimas semanas, um aumento considerável de procura direta de pacientes nas UPAs de Cascavel. Como o Município não pode recusar o atendimento a quem procura as Unidades de Pronto Atendimento, o resultado é a superlotação e demora no atendimento nas três unidades que foram criadas para atender casos de urgência, muita urgência e emergência (classificações de risco amarelo, laranja e vermelho). Atualmente, em média 80% do atendimento prestado nas UPAs se refere a casos de "pouca urgência" ou "não urgente", que correspondem à classificação de risco "verde", conforme determina o Protocolo de Manchester, por meio do qual são colocadas pulseiras coloridas no pacientes sinalizando o nível de gravidade.
Na prática, é o fluxo de procura que não vem sendo respeitado pelos pacientes, que devem, primeiro, passar por uma UBS Unidade Básica de Saúde ou USF (Unidade de Saúde da Família) nos bairros. "Mesmo que o paciente não tenha uma ficha que garanta a consulta com o médico, mas estiver manifestando mal-estar ou sintomas de pouco urgência, a equipe de enfermagem faz o acolhimento e o atendimento prévio, triando casos que precisam de consulta imediata ou de encaminhamento para as UPAs; do contrário, é agendada uma consulta na própria unidade básica", detalha a diretora de Atenção à Saúde, médica Luciana Cavalli.
Aumento considerável
Para se ter uma ideia, somente neste mês - de 1 a 25 de abril - as três UPAs receberam 20.574 pacientes. Desses, um total de 15.284 poderiam ter sido atendidos nas unidades de saúde. Foram 11.957 casos classificados "pouco urgentes" e 3.327 casos de "não urgente", todos "verdes", ou seja, que podem aguardar o atendimento por mais tempo. As emergências, somaram nove casos; as muito urgentes 692 casos e as muito urgentes 4.590 atendimentos, conforme o relatório abaixo.
A Secretaria Municipal de Saúde vem registrando, nas últimas semanas, um aumento considerável de procura direta de pacientes nas UPAs de Cascavel. Como o Município não pode recusar o atendimento a quem procura as Unidades de Pronto Atendimento, o resultado é a superlotação e demora no atendimento nas três unidades que foram criadas para atender casos de urgência, muita urgência e emergência (classificações de risco amarelo, laranja e vermelho). Atualmente, em média 80% do atendimento prestado nas UPAs se refere a casos de "pouca urgência" ou "não urgente", que correspondem à classificação de risco "verde", conforme determina o Protocolo de Manchester, por meio do qual são colocadas pulseiras coloridas no pacientes sinalizando o nível de gravidade.
Na prática, é o fluxo de procura que não vem sendo respeitado pelos pacientes, que devem, primeiro, passar por uma UBS Unidade Básica de Saúde ou USF (Unidade de Saúde da Família) nos bairros. "Mesmo que o paciente não tenha uma ficha que garanta a consulta com o médico, mas estiver manifestando mal-estar ou sintomas de pouco urgência, a equipe de enfermagem faz o acolhimento e o atendimento prévio, triando casos que precisam de consulta imediata ou de encaminhamento para as UPAs; do contrário, é agendada uma consulta na própria unidade básica", detalha a diretora de Atenção à Saúde, médica Luciana Cavalli.