Os espaços culturais de Cascavel carregam a história e a identidade da cidade. E para fazer com que as próximas gerações conheçam esse histórico, é preciso cuidar desses espaços. Nossa equipe percorreu os principais locais e nos conta o que está sendo feito para preservá-los.
Foi em 1982 que o prédio onde funcionava cadeia e delegacia virou um espaço de cultura. O centro cultural Gilberto Mayer ganhou vida na década de 80 e segue até hoje abrigando os objetos que contam a história da cidade e sendo o palco de tantas apresentações marcantes. Para mantê-lo ativo e atrativo, é preciso deixar a manutenção em dia. Atualmente ele passa por uma reforma.
Com o prédio da biblioteca municipal é ainda mais complicado de lidar. Foi construído para ser a prefeitura em 1972 e só depois se tornou biblioteca e museu de arte. O espaço também passa por reforma, mas a passos bem lentos.
De todos esses espaços, o único que é tombado como patrimônio histórico de Cascavel é a Igrejinha do lago. Também é ela a única que não está funcionando no momento. A Igrejinha foi construída em 1958 e transferida do distrito de São João para a região do lago municipal em 1987. Já passou por restauração, mas ainda assim precisava de mais atenção. Precisou ser interditada por questão de segurança e abri-la novamente para apresentações e visitação exige um trabalho minucioso.
Só assim será possível manter a história da cidade viva para apresentá-la para as próximas gerações e para matar a saudade dos mais antigos.