Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Economia
Brasil

STF inicia julgamento sobre pagamento de penduricalhos a servidores

Discussão será retomada na próxima quinta-feira
26 fev 2026 às 10:04
Por: Agência Brasil
Imagen: Fabio Rodrigues-Pozzebom - Agência Brasil

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quarta-feira (25) o julgamentos das decisões que suspenderam o pagamento de benefícios concedidos a servidores públicos que junto ao salário ultrapassam o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil.


Na sessão de hoje, os ministros ouviram as sustentações orais de diversas associações que representam juízes, promotores e outras carreiras de servidores que defendem a manutenção dos pagamentos, conhecidos como penduricalhos.


Após as manifestações, o julgamento foi suspenso e será retomado, nesta quinta-feira (26), com a votação dos ministros.


O plenário vai decidir se mantém as decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que suspenderam os penduricalhos.


Outras notícias

Mega-Sena: quanto R$ 3,5 milhões rendem na poupança e no CDI

INSS pagará salário-maternidade em até 30 dias

Motoristas de aplicativo terão acesso a crédito facilitado para carros novos

No dia 5 de fevereiro, Dino determinou a suspensão dos penduricalhos que não estão previstos em lei. A decisão deve ser aplicada pelos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, nas esferas federal, estadual e municipal, que terão prazo de 60 dias para revisar e suspender pagamento dessas verbas indenizatórias que não respeitam o teto.


Na terça-feira (24), Gilmar Mendes também suspendeu os pagamentos a juízes e membros do Ministério Público.


Teto


Durante a sessão de hoje, Dino disse que atualmente o cumprimento do teto constitucional depende da interpretação de cada órgão pagador sobre verbas indenizatórias.


"Qual o teto que vigora hoje no Brasil? Quem souber responder essa pergunta ganha um prêmio. Ninguém sabe. Hoje, nós devemos ter 2 mil, 3 mil tetos vigentes no Brasil. Esse é o fato", afirmou.


Gilmar Mendes disse que a Constituição deu autonomia administrativa e financeira para evitar a dependência burocrática do Judiciário e do Ministério Público em relação ao Poder Executivo.  Contudo, o ministro disse que autonomia financeira não pode virar "balbúrdia". 


"O texto constitucional estabelece regras, inclusive a norma mais programática que se tem, que é o teto de ministros do STF. De teto, pelo que estou vendo pelos números, se tornou piso, e um piso muito ordinário. Ficou uma situação complexa que vai exigir muita criatividade para superar", completou.


Na última terça-feira (24), o Supremo e a cúpula do Congresso deram o primeiro passo para regulamentar o pagamento dos penduricalhos e decidiram fechar um acordo para a criação de regras de transição para as verbas extrateto. A regulamentação foi uma das determinações que constam na decisão de Flávio Dino. 

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Economia
Imagem de destaque

Desenrola 2.0 leva 1,4 milhão ao app do FGTS

Economia
Imagem de destaque

Novo Desenrola permite usar saldo do FGTS para quitar dívidas

Economia

Imposto de Renda e restituição: investir, quitar dívidas ou consumir?

Economia

CNI entra com ação no STF contra o fim da ‘taxa das blusinhas’

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Morte de mulher no Lago Cabrinha mobiliza Polícia e IML

Cidade
Londrina e região

Prestador de serviços sofre mal-súbito e morre em empresa

Cidade
Londrina e região

Tenente-Coronel Ricardo Eguedis assume a Defesa Social de Londrina

Cidade
Londrina e região

Trabalhador é perfurado por tubo em fast-food na Higienópolis

Cidade
Londrina e região

Festas juninas e julinas movimentam Londrina e região; veja locais

Podcasts

Podcast Pod Tah | EP 51 | Marketing 360° e Empreendedorismo | Geyzom Aragão

Café com Edu | EP 81 | Atemporalidade e Funcionalidade na Arquitetura | Luciana Regnier

Sem Cerimônia | EP 4 | O Futuro do Direito de Família | Elisângela Ribeiro e Juliana Tavares

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.