Combustível mais eficiente e barato é o sonho de consumo de todo motorista. Até dezembro, deve chegar aos postos a "nova" gasolina, um produto padronizado, com novas especificações da Agência Nacional do Petróleo. O que se prega é mais eficiência, mas por um preço maior.
Quem nunca reclamou da qualidade do combustível? As reclamações geralmente vêm acompanhadas da desconfiança de que a gasolina pode ter sido adulterada. Mas nem sempre essa é uma verdade.
O problema pode estar nas especificações do combustível, muitas vezes importado pelo revendedor e que, sem seguir um padrão, pode prejudicar o consumo e a eficiência dos veículos.
O novo produto deve ter uma nova padronização, com mais densidade. A massa específica deve ser de no mínimo 715kg/m3 (quilo por metro cúbico). O percentual de etanol vai continuar o mesmo, 27% para gasolina comum e 25% na premium.
Ainda não uma definição de qual será o preço na bomba, mas o valor deve ser maior que o cobrado atualmente. Mesmo com a melhora do combustível, a possibilidade da gasolina ser mais cara já desagrada alguns consumidores.