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Bolsonaro terá alta hospitalar nesta sexta-feira, diz boletim médico

Ex-presidente está internado no Hospital DF Star, em Brasília, onde trata um quadro de pneumonia bacteriana bilateral
26 mar 2026 às 16:54
Por: Band
Foto: Band

O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) terá alta hospitalar nesta sexta-feira (27), de acordo com boletim médico divulgado pelo Hospital DF Star, em Brasília. Ele passará a cumprir prisão domiciliar, concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, após um pedido da Procuradoria-Geral da República.


Bolsonaro seguia um tratamento para pneumonia bacteriana bilateral após um episódio de broncoaspiração. No dia 13 de março. ele passou mal e foi levado por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao hospital com febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.


A informação, divulgada nesta quinta-feira (26), também foi confirmada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro através das redes sociais. Veja o comunicado emitido pela equipe médica na íntegra: 


“O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado no hospital DF Star, após diagnóstico de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração. No momento encontra-se sem sinais de infecção aguda, com boa evolução clínica. Deverá permanecer em vigilância clínica pelas próximas 24 horas, com previsão de alta hospitalar no dia 27 de março”.


O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados, e estava detido na Papudinha, prédio no Complexo Penitenciário da Papuda.

Prisão domiciliar

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, na tarde desta terça-feira (24) que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja transferido para a prisão domiciliar após passar quatro meses preso em penitenciária federal. A decisão, fundamentada nos artigos 21 e 341 do Regimento Interno do STF, estabelece um prazo inicial de 90 dias para o cumprimento da medida, contados a partir da data de alta hospitalar do ex-presidente.

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A manifestação da PGR, enviada nesta segunda-feira (23), foi favorável à alteração no regime de custódia devido aos problemas de saúde enfrentados pelo ex-presidente, que permanece internado no hospital DF Star, em Brasília, para o tratamento de uma pneumonia bacteriana bilateral.


Para usufruir do benefício, Bolsonaro deverá cumprir uma série de medidas cautelares rigorosas. O ex-presidente será monitorado por tornozeleira eletrônica e o raio de inclusão será limitado estritamente ao seu endereço residencial.


A fiscalização da prisão domiciliar ficará sob responsabilidade do Comando da Papudinha, que deverá monitorar o cumprimento das medidas e produzir relatórios semanais sobre a custódia. A decisão de Moraes também veta, de forma expressa, a realização de acampamentos ou manifestações em um raio de um quilômetro de distância da residência do ex-presidente.

Restrições de comunicação e visitas

A decisão impõe isolamento digital e de comunicação ao ex-presidente, que está proibido de utilizar celulares, telefones ou qualquer outro meio de comunicação externa, seja diretamente ou por terceiros. Também está vetado o uso de redes sociais e a gravação de vídeos ou áudios.


Quanto às visitas, o ministro determinou suspensão de 90 dias e autorizou apenas a presença permanente dos filhos - Flávio, Carlos e Jair Renan - mas com restrições de horários. Os encontros devem ocorrer às quartas-feiras e sábados, em janelas específicas entre 8h e 16h. Visitantes deverão passar por vistoria prévia e depositar aparelhos eletrônicos com os agentes policiais responsáveis pela segurança no local.


Por outro lado, o ministro autorizou que os seguranças pessoais de Bolsonaro, direito previsto em lei para ex-mandatários, retomem suas atividades regulares. Os agentes poderão acompanhar o custodiado durante o período de recuperação domiciliar, respeitando as normas de segurança e as restrições de comunicação impostas pela Justiça.

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