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Geraldo Alckmin confirma saída do Ministério do Desenvolvimento em abril

Vice-presidente deixa a pasta para cumprir prazo eleitoral, mas permanece no cargo ao lado de Lula; sucessor ainda não foi definido
05 mar 2026 às 18:30
Por: Band
Valter Campanato/Agência Brasil

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, confirmou oficialmente nesta quinta-feira (5) que deixará o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O anúncio foi feito durante uma agenda sobre os dados da balança comercial brasileira, em Brasília.


A saída de Alckmin do primeiro escalão do governo está marcada para o dia 4 de abril. A data não é coincidência: trata-se do prazo limite de desincompatibilização estabelecido pela Justiça Eleitoral para quem ocupa cargos no Executivo e pretende disputar as eleições de outubro de 2026.


De acordo com a Lei Complementar 64/1990, ministros de Estado que desejam se candidatar a outros cargos precisam se afastar de suas funções seis meses antes do pleito. Ao deixar o MDIC dentro do prazo, Alckmin garante que estará apto juridicamente para compor uma chapa eleitoral, seja para buscar a reeleição como vice-presidente ou para disputar outros postos, como o Senado ou o Governo de São Paulo.


Apesar da saída do ministério, Alckmin continua como vice-presidente da República. Diferente dos ministros, quem ocupa cargos de chefia no Executivo (Presidente e Vice, Governadores e Prefeitos) não precisa renunciar para tentar a reeleição ao mesmo cargo.


À frente do MDIC desde o início do governo Lula 3, Alckmin focou sua gestão na agenda da "Neoindustrialização" e na desburocratização do comércio exterior. Durante o anúncio, o vice-presidente evitou cravar qual será seu destino nas urnas, mas brincou com jornalistas sobre o período de "bota-fora" no ministério.


Até o momento, o Palácio do Planalto não confirmou quem assumirá a vaga de Alckmin. O nome do sucessor deve ser anunciado nos próximos dias, como parte de uma reforma ministerial mais ampla, já que outros nomes do governo, como Camilo Santana (Educação) e Renan Filho (Transportes), também devem deixar seus postos para a disputa eleitoral.

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