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PF marca depoimentos de suspeitos de vazar dados de ministros do STF

Investigação apura se funcionários do Serpro e da Receita Federal agiram por motivação política, venda de informações ou monitoramento ilegal de magistrados
18 fev 2026 às 14:41
Por: Band
Bruno Peres/Agência Brasil

A Polícia Federal define para a próxima semana as oitivas de quatro servidores públicos acusados de envolvimento no vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O grupo é composto por um funcionário do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e três integrantes da Receita Federal. As autoridades buscam esclarecer as motivações por trás dos acessos indevidos aos sistemas de controle do governo.


A investigação da Polícia Federal trabalha com três linhas principais para explicar a conduta dos suspeitos. A primeira hipótese apura a existência de "vantagem pecuniária", investigando se houve a venda das informações coletadas ilegalmente. A segunda frente foca no uso político dos dados, com o objetivo de vazar informações a adversários dos magistrados para gerar constrangimento público.


Por fim, apura-se o "monitoramento ilegal", caracterizado por acessos repetidos aos sistemas para detectar possíveis anomalias nas movimentações financeiras dos alvos.

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Procedimentos e próximos passos da investigação

Os investigadores analisam o rastro digital deixado pelos servidores nos bancos de dados oficiais. Segundo o cronograma da Polícia Federal, as datas exatas dos depoimentos dependem de ajustes logísticos, mas a prioridade é que todos sejam ouvidos nos próximos dias para confrontar as versões sobre o volume de consultas realizadas sem justificativa funcional.


As punições para os envolvidos, caso as irregularidades sejam comprovadas, podem incluir a demissão do serviço público e processos criminais por violação de sigilo funcional e corrupção. 


A Polícia Federal agora cruza os dados dos acessos com comunicações externas dos suspeitos para identificar possíveis mandantes ou compradores das informações sigilosas. O caso segue sob acompanhamento rigoroso das corregedorias dos órgãos afetados.



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