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STF inicia julgamento sobre divisão dos royalties do petróleo

Análise retorna após 13 anos sob efeito de liminar por Cármen Lúcia
07 mai 2026 às 10:24
Por: Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quarta-feira (6) o julgamento definitivo da ação que discute as regras de distribuição dos royalties do petróleo entre estados e municípios brasileiros. O caso envolve uma disputa bilionária e pode alterar significativamente a divisão dos recursos no país.


Julgamento discute validade da Lei dos Royalties


Os ministros analisam a constitucionalidade da Lei 12.734/2012, conhecida como Lei dos Royalties.

A norma alterou os critérios de distribuição dos recursos obtidos com a exploração de petróleo entre estados produtores e não produtores.


Parte da lei foi suspensa em 2013 por decisão liminar da ministra Cármen Lúcia, relatora do caso.


Cármen Lúcia explica demora


Durante a sessão, a ministra afirmou que o processo é um dos mais sensíveis do gabinete.

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Segundo ela, o julgamento definitivo foi adiado diversas vezes devido a tentativas de acordo entre governadores.


“Esses feitos entraram e saíram de pauta várias vezes”, afirmou a magistrada.


Gilmar Mendes fala em “desarranjo”


O ministro Gilmar Mendes defendeu uma definição definitiva do STF sobre o tema.

Segundo ele, o atual modelo provocou distorções na distribuição dos recursos.

O magistrado afirmou que alguns municípios recebem menos do que deveriam e classificou o cenário como um “desarranjo”.


Rio alegou perdas bilionárias


A ação foi apresentada pelo estado do Rio de Janeiro, que questionou a constitucionalidade da lei.

Na época, o governo fluminense alegou perdas imediatas superiores a R$ 1,6 bilhão e impacto estimado em R$ 27 bilhões até 2020.


O estado argumentou ainda que a mudança afetaria contratos assinados, receitas comprometidas e regras de responsabilidade fiscal.


O julgamento será retomado nesta quinta-feira (7), quando os ministros devem apresentar os votos que poderão redefinir o modelo de distribuição dos royalties do petróleo no Brasil.

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