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Cem famílias do MST se instalam em propriedade rural de Umuarama; Sistema FAEP repudia ação

Em nota, o Sistema FAEP (Federação da Agricultura do Estado do Paraná) repudiou a ação do MST e informou que já acionou as autoridades responsáveis para solicitar a retirada do grupo da área
06 jun 2025 às 20:50
Por: Portal Tarobá

Um grupo com cerca de cem famílias do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) se instalou em uma propriedade rural na região da Estrada Divisora, no município de Umuarama, próximo à Vila Três Placas, na divisa com Maria Helena.


A organização estadual do movimento prevê a chegada de mais pessoas ao local. Os organizadores afirmam que, até o fim de semana, cerca de 250 famílias deverão estar acampadas na área.


Segundo um dos líderes do MST, o objetivo do acampamento não é a produção agrícola imediata, mas sim pressionar o governo federal a promover a desapropriação de terras em Umuarama e em outras cidades da região.


Ireno Prochnow, uma das lideranças do MST no Paraná, declarou que a reforma agrária — principal bandeira do movimento — só avançará com a mobilização dos trabalhadores, independentemente de quem esteja no poder. Ele afirmou ainda que a área ocupada pertence a um integrante do movimento, que teria alugado o espaço para a instalação do acampamento.


Em nota, o Sistema FAEP (Federação da Agricultura do Estado do Paraná) repudiou a ação do MST e informou que já acionou as autoridades responsáveis para solicitar a retirada do grupo. A instituição também afirmou que, junto ao Sindicato Rural de Umuarama, está prestando assistência ao proprietário da área e acompanha de perto a situação na região.

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Durante passagem por Cascavel, o senador Sérgio Moro se manifestou sobre o caso, classificando a ocupação como "intolerável".


''É intolerável. Não pode haver invasão de terra. Isso desrespeita o direito de propriedade das pessoas afetadas. Tem que haver uma rápida ação, com reintegração de posse. Vivemos em um Estado de Direito. É preciso atender reivindicações sociais com políticas de educação, saúde e oportunidades de trabalho, mas invasões são inaceitáveis. Isso não pode ser aceito no Paraná'' — declarou o senador.


Moro também criticou o governo federal, afirmando que a gestão Lula dá "mau exemplo" ao, segundo ele, não respeitar leis como o marco temporal e ao não garantir a segurança jurídica da propriedade privada.

''Isso gera uma sensação de terra sem lei. Cabe ao governo do estado reagir e tomar as providências necessárias para a reintegração dessa posse'' — concluiu.

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