As denúncias de dopagem de pacientes, cárcere privado e maus-tratos colocaram as casas terapêuticas sob atenção do Ministério Público. A intensificação da fiscalização ocorre após uma sequência de irregularidades identificadas em Londrina. Na semana passada, uma clínica de reabilitação foi interditada, com a prisão de uma sócia e quatro funcionários.
O Ministério Público (MP) de Londrina determinou ainda o fechamento de uma terceira unidade em um período de um ano e meio, após a constatação de graves violações de direitos humanos. Em entrevista ao Tarobá Cidade, a promotora Susana de Lacerda detalhou as irregularidades encontradas e alertou as famílias sobre a necessidade de atenção na escolha dessas instituições.
Entre as situações mais graves está o cárcere privado. Pacientes eram mantidos trancados em cômodos durante a maior parte do dia, sendo liberados apenas para alimentação prática que fere o direito de ir e vir, já que o tratamento em comunidades terapêuticas deve ser voluntário.
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