De acordo com a especialista, esse padrão provoca dispersão constante em atividades que exigem atenção prolongada, como as aulas escolares. Além disso, Fonseca explica que o uso excessivo de telemóveis e redes sociais estimula a liberação de dopamina, neurotransmissor associado ao prazer imediato.
Esse cenário cria uma competição desigual em sala de aula, já que os professores não conseguem oferecer o mesmo nível de estímulo instantâneo, o que dificulta o engajamento dos alunos.
O alerta também se estende aos adultos, que têm apresentado perda da capacidade de interação social genuína e do contato “olho no olho” devido ao uso constante de dispositivos digitais.
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