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Bombardeios entre Israel e Irã fazem brasileiros viverem situação inédita de guerra

Mísseis lançados por Israel e Irã chegam a percorrer 2,1 mil km, atravessando outros países do Oriente Médio, como Jordânia e Iraque
16 jun 2025 às 09:01
Por: Band
Getty Images

Kaýna Larrat, dona de uma creche, registrou os momentos de tensão a caminho de um bunker, durante a madrugada. Ela é brasileira e vive em Israel há 27 anos. Neste sábado (14), já em casa, falou sobre a situação em Tel Aviv.


“Foi horrível. O pior ataque em 27 anos que está lá. A informação é que os ataques podem acontecer a qualquer momento. A gente sabe que eles se intensificam à noite, mas não sabemos quando pode acontecer”, disse Kaýna à reportagem da Band.


No prédio onde vive a Marcia, na cidade de  Netanya, cada apartamento tem um quarto com estrutura reforçada, que serve de abrigo.


“Nós temos que entrar no quarto, fechar a janela, que é de ferro, fechar a porta e aguardar pela orientação do comando geral”, informou Marcia Sasson, outra brasileira que mora em Israel. 


As autoridades preparam a população para o risco de outras noites de terror. Ainda é difícil calcular a dimensão que o conflito pode tomar. As atenções do mundo se voltam para o Oriente Médio, devido ao receio de uma escalada bélica entre Israel e Irã.

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O programa de mísseis iraniano é considerado o maior do Oriente Médio, aprimorado a partir da guerra com o Iraque, que durou oito anos. Já israel tem a vantagem do poder aéreo, das armas guiadas e de um arsenal mais numeroso. Entre os dois países, há a enorme distância de 2,1 mil km.


“A minha opinião quanto de outros analistas é de que isso é uma questão de dias, ou no máximo algumas semanas. Não tem como sustentar um conflito desse, via aérea de 2 mil km de distância, por tanto o tempo”, analisou o cientista político André Lajst.


O ataque de Israel aconteceu num momento em que apoios importantes do Irã também estão fragilizados.


“Hamas, a Jihad Islâmica, o Hezbolah, os Hutis são aliados do Irã. Só que esses grupos foram duramente destruídos, parcial ou totalmente, no último um ano e meio, principalmente o Hezbolah. Obviamente, com todo esse cenário mundial, da Rússia ocupada com a Ucrânia e da China não querer se envolver, militarmente, em conflitos armados ao redor do mundo, exceto a sua questão com o Taiwan, faz com que exista uma janela de oportunidade militar para Israel”, considerou o especialista.


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