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Conselho de Medicina vai apurar morte de menina por apendicite

18 jun 2020 às 17:42
Por: Redação Tarobá News

O vereador Fernando Hallberg (PDT) foi informado pelo Conselho Regional de Medicina do Paraná de que uma sindicância foi aberta no órgão para apurar as condições nas quais aconteceu o atendimento da menina de cinco anos que morreu de apendicite aguda após ser atendida na UPA Tancredo Neves e liberada por médica que receitou apenas remédios para gases.

O comunicado da abertura da sindicância 156/2020 veio do corregedor do Conselho de Medicina, Dr. Mauro Roberto Monteiro. O caso também foi denunciado ao Ministério Público e um requerimento foi encaminhado para a Secretaria de Saúde.

O vereador questionou como é realizado o diagnóstico de apendicite, se a UPA Tancredo dispõe de equipamento para ultrassom e, em relação ao atendimento da paciente Ana Paula de Lima Navarro, qual horário foi realizado o cadastro, horário de triagem, horário do atendimento e bem como a duração do atendimento. Foi solicitada ainda uma planilha contendo a relação de médicos da UPA e número de pediatras lotados naquele local. Em relação ao último item, o vereador já foi informado de que nenhuma das UPAs que atende crianças possui pediatras em seus quadros, apenas clínicos gerais.

Entenda o caso
Uma menina de cinco anos faleceu no dia 06 de maio em casa, antes que o Samu pudesse prestar socorro. A criança, que morava com a vó no bairro Interlagos, já havia sido atendida no dia anterior pela emergência e levada à UPA Tancredo. Ali, conforme relato da família e receituário médico, passou por consulta, foi diagnosticada com gases e mandada para casa. Faleceu no dia seguinte antes que pudesse receber qualquer tipo de atendimento.

Procurado pela família, o vereador Fernando Hallberg (PDT) protocolou na 9º Promotoria de Justiça um ofício pedindo que sejam tomadas providências para investigar o suposto crime de negligência e pedindo ainda que o Ministério Público apure a informação de que na UPA Tancredo não há pediatras, apenas clínicos e estudantes. A denúncia foi protocolada ainda na Delegacia da Polícia Civil e no CRM - Conselho Regional de Medicina.

A família apresentou a receita médica na qual constam apenas os medicamentos Paracetamol, Ibuprofeno, Bromoprida e Dimeticona e nenhum pedido de exames. Na noite de 6 de maio, quarta-feira, foi concluído o Laudo do IML (Instituto Médico Legal) de Cascavel, que apontou como causa da morte da criança, apendicite aguda.

Assessoria de Imprensa/CMC

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