O Hospital Universitário de Cascavel ainda corre o risco de ter seus atendimentos comprometidos. Isso por conta da falta de pagamento dos médicos terceirizados.
Os profissionais seguem com a ideia de reduzir os atendimentos e realizar apenas cirurgias de emergência e urgência. Segundo o Consamu, no Hospital Universitário os médicos não estão recebendo pacientes da central de leitos, somente do Samu, ou seja, estão devolvendo cliques da central de vagas, alegando exatamente isso, que só vão receber casos de urgência via Samu.
Isso porque teria ficado estabelecido que nesta semana a Secretária de Saúde e a Secretaria da Fazenda iriam efetuar o pagamento do pró labore das empresas prestadoras de serviços médicos, mas até agora nada. O superintende da secretaria da ciência, tecnologia e ensino superior (SETI), Aldo Bona , com o reitor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), professor Paulo Sérgio Wolff, teriam previsto junto ao recursos financeiros para o Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP) que iriam efetuar o pagamento do pró labore das empresas prestadoras de serviços médicos bem como a efetivação da compra de medicamentos e insumos para o hospital, isso no início de julho, entre segunda e terça-feira.
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