Em mês após a queda do monomotor que matou quatro pessoas, em Cascavel, ainda não prazo para a entrega do laudo que possa apontar as causas do acidente.
No dia 17 de novembro, a aeronave modelo bonanza decolou de Santa Catarina e tinha pouso programado para as cinco e meia da tarde em um aeroporto particular no distrito de Espigão Azul.
O avião caiu a 600 metros da pista. Das quatro pessoas a bordo, três morreram na hora: o piloto, Magnus Boeno Padilha, de 32 anos, o médico cardiologista Eduardo Frederico Borsarini Philippi, de 48 anos, e afilha dele, Fernanda Philippi, de 12 anos de idade.
Graziela Philippi, de 53 anos, foi socorrida com vida levada em estado gravíssimo para o Hospital Universitário, onde morreu no dia seguinte. Equipes do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, o Cenipa, veio até a cidade, recolheu a aeronave e levou os destroços para uma inspeção mais minuciosa.
Entre as possibilidades investigadas estão falha mecânica ou humana. O resultado ainda não tem data definida para ser divulgado.
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