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Economia

Bolsonaro: 'Maior prova de que Brasil pode dar certo é confiança entre nós'

31 jul 2019 às 14:30
Por: Estadão Conteúdo

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira, 31, estar trabalhando para aumentar a confiança do setor privado no país e, assim, expandir investimentos e melhorar a economia. Ele participou no período da manhã da assinatura do contrato de concessão dos trechos central e sul da Ferrovia Norte-Sul, em Anápolis, Goiás. A empresa Rumo Logística, maior operadora logística com base ferroviária independente do Brasil, fará a operação.

Ao iniciar seu discurso no evento, Bolsonaro afirmou que o país inteiro, inclusive os Estados e municípios, ainda enfrentam dificuldades econômicas. "Nós, chefes do Executivo federal e dos executivos estaduais, estamos nessa saparia na lagoa respirando por um canudinho de junco", disse.

Ele justificou que o contingenciamento determinado aos ministérios da Educação e da Cidadania nesta quarta-feira são necessários, voltou a repetir que, se não fizesse isso, poderia sofrer impeachment e disse que pegou o país quebrado.

Mais cedo, quando deixou o Palácio da Alvorada, em Brasília, para a viagem, ele afirmou não ser adepto do contingenciamento, mas que "entre a crítica e o impeachment, fico com o contingenciamento", disse.

Na terça à noite, o governo publicou edição extra no Diário Oficial da União na qual distribui entres órgãos do Executivo o contingenciamento de R$ 1,4 bilhão anunciado semana passada.

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O presidente ressaltou também que a confiança entre os setores é importante para fazer com que o Brasil "dê certo". "Maior prova de que o Brasil pode dar certo é a confiança entre nós, eu confio em cada um dos 22 ministros que indiquei, são pessoas maravilhosas. Ninguém teve os ministros que eu tenho no momento, que querem buscar soluções para o país", disse.

Aos empresários, Bolsonaro afirmou que eles estão acreditando no Brasil. "Essa obra aqui não é para empreiteiros, é para empreendedores.", disse. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou que o governo está fazendo uma "revolução ferroviária" no País e que pretende continuar investindo, por meio de parcerias privadas, cada vez mais no setor.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ressaltou que a concessão dos trechos da ferrovia Norte-Sul será importante para resolver o gargalo da logística agropecuária do país. De acordo com ela, 40% do custo do produção brasileira está ligada à logística de distribuição e transporte.

O objetivo da ferrovia é que ela escoe a produção industrial de São Paulo para a região Centro-Oeste e transporte grãos do Tocantins, Goiás e Mato Grosso ao porto de Santos, para exportação.

A Rumo Logística venceu a disputa do trecho que vai de Porto Nacional (TO) até Estrela D'Oeste (SP) em leilão que foi realizado em 28 de março pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A empresa ofereceu R$ 2,7 bilhões pela concessão.

Estados Unidos

Durante o evento, Bolsonaro também afirmou ter ficado feliz com o comentário do presidente norte-americano Donald Trump, que elogiou na terça o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) pela indicação a embaixada do Brasil em seu país. Segundo o presidente, o seu filho está habilitado para representar o seu país, mas fez a ressalva de que seu nome ainda precisa ser aprovado pelo Senado.

"Estive com Trump e nos interessa cada vez mais nos aproximar de grandes economias. A confiança (na gente) faz o Trump dar essas declarações", disse.

Bolívia

O presidente brasileiro também afirmou estar "feliz" com o presidente da Bolívia, Evo Morales, por ele ter extraditado o italiano Cesare Battisti, acusado de cometer crimes de terrorismo, e por não ter participado da reunião do Foro de São Paulo, grupo que reúne os principais partidos de esquerda da América Latina e do Caribe, realizada na semana passada na Venezuela.

"Fiquei feliz com o Evo Morales que há pouco entregou o Battisti para a Itália, que era um símbolo da esquerda no Brasil. Também não participou do Foro de São Paulo, esse grupo que cada vez mais nos unia e nos transformava em iguais por baixo, além de buscar em última instância cassar a nossa liberdade. Ele (Evo) é um dos que estão aí na velha guarda da esquerda do Brasil, mas está evoluindo", disse.

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