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Economia

FGV: IPC-S cai 0,57% na 3ª quadrissemana de maio, após queda de 0,53% na anterior

25 mai 2020 às 08:35
Por: Estadão Conteúdo

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu 0,57% na terceira quadrissemana de maio, informou nesta segunda-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador ampliou a tendência deflacionária e ficou 0,04 ponto porcentual abaixo da taxa registrada na divulgação anterior, de -0,53%.

Cinco das oito classes de despesa que compõem o IPC-S tiveram decréscimo nas taxas de variação. A maior influência para baixo sobre o indicador partiu do grupo Alimentação, que desacelerou de 0,71% para 0,50%, puxado pelo alívio nos laticínios (1,33% para 0,33%).

Na outra ponta, o grupo Transportes teve a primeira aceleração em dois meses e oscilou de queda de 2,58% para retração de 2,47%. O comportamento foi puxado pela variação da gasolina (-8,76% para -8,40%).

Os quatro grupos que, além da Alimentação, mostraram alívio, foram Vestuário (-0,18% para -0,32%), com roupas (-0,02% para -0,19%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,28% para 0,23%), por artigos de higiene e cuidado pessoal (0,31% para 0,10%); Despesas Diversas (0,20% para 0,16%), puxada por alimentos para animais domésticos (0,84% para 0,50%); e Comunicação (0,06% para 0,02%), com influência de mensalidade para internet (0,48% para 0,13%).

Por outro lado, houve acréscimo nas taxas dos grupos Habitação (-0,12% para -0,10%), devido a computador e periféricos (0,18% para 2,82%); e Educação, Leitura e Recreação (-2,13% para -2,12%), puxada por passagem aérea (-17,62% para -16,24%).

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Influências individuais

As principais influências para cima sobre o IPC-S partiram da cebola (22,70% para 22,62%), batata inglesa (13,15% para 13,25%), plano e seguro de saúde, que repetiu a taxa de 0,59%, automóvel novo (0,41% para 0,39%) e licenciamento e IPVA, repetindo a variação de 0,46%.

Já as principais influências para baixo foram o etanol (-14,78% para -13,95%), tarifa de eletricidade residencial (-0,62% para -0,78%) e curso de ensino fundamental (-1,62% para -2,07%), além da gasolina e da passagem aérea.

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