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Economia

Rachid: Brasil vai melhorar mais sua posição no ranking Doing Business em 2019

31 out 2018 às 20:10
Por: Estadão Conteúdo

O governo brasileiro acredita que o País terá uma posição ainda melhor no relatório Doing Business, do Banco Mundial, em 2019. O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, comemorou a evolução do Brasil, que passou da 125ª posição para a 109ª posição no ranking, que mede a facilidade de fazer negócios em 190 países.

Segundo Rachid, outras medidas que vêm sendo adotadas, como o e-social para empresas, contribuirão para melhorar mais a posição brasileira nos próximos anos. O secretário questionou a metodologia do Banco Mundial para medir as horas gastas pelas empresas para pagar tributos - 1.958 horas por ano no caso brasileiro. Segundo levantamento paralelo da Receita, esse número é em média de 600 horas por ano.

"Ainda não é bom, mas aí estamos falando de igual para igual com os outros países", completou. Ele afirmou que o governo brasileiro vai procurar "sensibilizar" o Banco Mundial sobre essa divergência de metodologia.

O secretário de Promoção da Produtividade e Advocacia da Concorrência, João Manoel de Mello, ressaltou que o País teve melhoras em termos de custos e tempos de despacho aduaneiro e no número de dias para se abrir empresas. "Isso mostra a importância de reformas microeconômicas e de aumento da produtividade, que têm efeito e é algo que os investidores olham muito", completou.

Ele ressaltou que a aprovação de projetos que estão em tramitação no Congresso Nacional, como o cadastro positivo e a lei de recuperação judicial, terão um efeito significativo no ambiente de negócios e na posição do Brasil no ranking.

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Rachid disse que não foi convidado por representantes do presidente eleito Jair Bolsonaro para permanecer no cargo. Questionado se aceitaria um convite, ele disse apenas que "não trabalha com hipóteses".

O secretário de Promoção da Produtividade e Advocacia da Concorrência, João Manoel de Mello, também negou ter recebido qualquer convite. "Meu compromisso é com o ministro da Fazenda Eduardo Guardia até 31 de dezembro", completou.

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