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Economia

Taxa curta olha produção fraca e juro longo precifica alta do dólar futuro

02 abr 2019 às 10:05
Por: Estadão Conteúdo

A produção industrial brasileira mais fraca em fevereiro influenciou os juros futuros de curto prazo nos primeiros negócios, enquanto as taxas longas seguem a alta do dólar futuro. Às 9h35 desta terça-feira, 2, o contrato de Depósito Interfinanceiro para janeiro de 2021 estava em 7,05%, na máxima e mesma taxa do ajuste anterior. O DI para janeiro de 2023 subia a 8,16%, de 8,13% no ajuste de Segunda-feira.

No câmbio, dólar à vista caía 0,20% neste mesmo horário, aos R$ 3,8662. O dólar futuro para maio estava em alta de 0,38%, aos R$ 3,8735.

A produção industrial brasileira subiu 0,7% em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio abaixo da mediana (1,0%) das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde queda de 1,1% a alta de 2,7%.

Em relação a fevereiro de 2018, a produção industrial subiu 2,0%. Nessa comparação, sem ajuste, as estimativas dos economistas ouvidos variavam de avanço de 1,5% a 3,6%, com mediana positiva de 2,4%. No acumulado do ano de 2019, a indústria teve queda de 0,2%. Já em 12 meses, a produção da indústria avançou 0,5%.

No câmbio, o dólar à vista recua com os operadores precificando a possibilidade de ingressos de fluxo cambial. Ontem, a JBS fechou emissão externa de US$ 500 milhões relativa à empresa no Brasil e de US$ 1 bilhão relacionada à subsidiária norte-americana.

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Já o dólar futuro maio opera em alta, num ajuste ao fechamento anterior, quando terminou a sessão valendo menos (R$ 3,8595) que o dólar à vista (a R$ 3,8746) - o que não é habitual. No foco está o ministro da Economia, Paulo Guedes, que inicia reuniões com parlamentares nesta terça, iniciando sua participação na articulação política da reforma da Previdência.

Mais cedo, a FGV informou que o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) ganhou força em cinco das sete capitais pesquisadas em março. O índice cheio fechou com alta de 0,65%, uma taxa 0,04 ponto porcentual acima da divulgada na apuração anterior.

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