A tecnologia vem ajudando nas investigações criminais no Paraná. A rede integrada de bancos de perfis genéticos já auxiliou 117 investigações criminais no estado, segundo o relatório semestral do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O Paraná é o terceiro em quantidade de procedimentos desse tipo. Está atrás apenas dos laboratórios de São Paulo e Goiás, e da Polícia Federal.
O objetivo é manter,, compartilhar, e comparar perfis genéticos para ajudar na apuração de crimes e processo de investigação. O sistema integrado foi criado em 2013. A partir de 2014 começou a emitir relatórios semestrais. Desde a criação, o banco de perfis já computa mais de 110 mil amostras.