O ex-prefeito de Cascavel, Lísias de Araújo Tomé, teve recurso negado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) com relação a supostas ilegalidade na compra de equipamentos e serviços de instalação de câmeras de monitoramento.
A licitação foi feita no fim do mandato de Lísias, em dezembro de 2008 e teve como vencedora o Consórcio Cascavel Digital. A proposta aprovada tinha valor de R$ 3.564 milhões. O consórcio era composto pelas empresas Head Net Corp do Brasil Ltda e Dipel Construções Elétricas e Civis Ltda.
A justiça entendeu que houve fraude na licitação desde a escolha de modalidade licitatória inadequada, falta de projeto básico, além de divergências do que estava previsto no edital e no que foi assinado.
O MP havia denunciado além do ex-prefeito, o ex-diretor do Departamento de Suprimentos do Munucípio, Armando Ricardo de Souza, e o responsável pela empresa Dipel, Rodrigo Sonda~;
Lísias teve condenação de dois anos e seis meses de prisão, Armando de três anos e quatro meses e Sonda de dois anos e três meses. Todos podem cumprir a pena em regime aberto com possibilidade de pela alternativa.