Mais de 100 mil eleitores voltaram às urnas neste domingo (7) para eleger novos prefeitos em sete municípios brasileiros. As eleições suplementares foram definidas pela Justiça Eleitoral para substituir prefeitos e vices eleitos em 2020, que tiveram seus registros de candidatura indeferidos naquela eleição.
No Noroeste do Paraná, em Francisco Alves , a jovem Milena do Valtinho (PSDB), de 23 anos, venceu o pleito com 2.096 votos (49,35%). O pai dela, Valtinho (PSDB), teve o registro de candidatura impugnado após ganhar as eleições nas urnas no ano passado.
Ela disputou a cadeira do Executivo com o presidente da Câmara Municipal, Cabelo do Povão (PRB), que assumiu a prefeitura após a impugnação da chapa vencedora em 2020. Milena se torna a prefeita mais jovem do Estado do Paraná.
O maior processo eleitoral deste domingo ocorreu no município de Tomé-Açu, no Pará, em que 36.034 eleitores se mobilizaram na cidade. Carlos da Vila Nova (PL) foi eleito com 20.426 votos, ou 58,32% dos votos válidos.
Em Jaguaruana, no Ceará, 23.276 pessoas foram às urnas. Elias do Sargento (PCdoB) foi escolhido com 11.603 votos (51,64%)
A cidade de João Dourado, na Bahia, mobilizou 13.342 eleitores e a maioria (56,08% ou 7.319 votos) escolheu Di Cardoso (PL). Guamaré, no Rio Grande do Norte, foi outro município da Região Nordeste a voltar às urnas. O eleito foi Arthur (PSB), com 6.984 votos (61,16%).
Em Carapebus, no Rio de Janeiro, Bernard Tavares (Republicanos) elegeu-se prefeito com 5.293 votos (53,14%). A outra eleição foi Bandeirantes (MS), que elegeu Gustavo Sprotte (DEM) com 1.493 votos (36,25%)