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Paraná

Saúde alerta sobre importância da vacina contra febre amarela

01 nov 2018 às 10:54
Por: Redação Tarobá News

Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, em 2018 já foram notificados 7.718 casos suspeitos e 1.376 casos confirmados de febre amarela no Brasil, a maioria na Região Sudeste. Diante do quadro, a Secretaria de Estado da Saúde reforça a necessidade de as pessoas se imunizarem contra a doença. Desde julho o Paraná é considerado uma área com recomendação de vacinação.

A vacina contra febre amarela está disponível na rede pública de saúde e basta uma única dose para se imunizar. É indicada para pessoas com idade entre 9 meses e 59 anos que nunca tomaram a vacina.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Antônio Carlos Nardi, o Paraná teve o último caso confirmado de febre amarela com transmissão dentro do Estado em 2008. Desde então, houve reforço das ações para aumentar a cobertura vacinal da população e manter a vigilância de mortes de macacos que podem ser sinal da presença da doença.

CUIDADOS – A febre amarela silvestre é uma doença febril aguda transmitida por mosquitos a pessoas não vacinadas que transitam por áreas de matas ou áreas rurais com registro de casos da doença, com macacos doentes ou mosquitos infectados pelo vírus.

Clinicamente, a doença pode variar desde infecções assintomáticas até quadros graves. Pessoas infectadas podem desenvolver sintomas como febre, náusea, vômito e dor abdominal, que pode progredir para icterícia (pele com aspecto amarelado), insuficiência renal, hepática e hemorragia, podendo causar a morte do paciente.

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VACINA – A vacina contra a febre amarela existe desde 1937 e fornece alta taxa de proteção, acima de 95%. A imunização consiste em uma única dose que protege a pessoa pelo resto da vida. No caso de pessoas fora da faixa etária recomendada ou que possuam comorbidades, ou mulheres grávidas, um médico deve ser consultado para avaliar se a vacina é recomendada.

Pacientes imunodeprimidos por doença ou medicação (quimioterapia, radioterapia, corticoides em doses elevadas, uso de imunobiológicos), pessoas com alergia grave a ovo, e pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timona) não devem receber a vacina.


Com informações AEN

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