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Política

Covidão: Indícios de corrupção em plena pandemia

23 abr 2020 às 11:39
Por: Fernando Brevilheri

Já estão pipocando aqui e acolá denúncias de irregularidades na aplicação de recursos públicos destinados ao enfrentamento da COVID-19.

A má -e provavelmente dolosa- gastança de dinheiro do contribuinte já está sendo chamada nos corredores da política nacional de Covidão. Uma referência a outros escândalos gigantescos que resultaram em assaltos ao erário como Mensalão e Petrolão.

O Ministério Público do Rio de janeiro abriu investigação para apurar a suspeita de superfaturamento na compra emergencial de mil respiradores destinados ao atendimento de pacientes infectados pela Covid-19. Trocando em miúdos: Empresas se aproveitando da escassez de certo itens no mercado, superfaturam preços em até 10 vezes o valor original.

Parece que Cabral deixou seguidores, ou a lava jato não conseguiu eliminar a cultura da roubalheira impregnada em setores de compras e licitações.

O governo estadual teria empenhado R$183,5 milhões de reais para aquisição de equipamentos que teriam sido comprados sem licitação. Gestores se aproveitam do estado de calamidade para dispensar processos e acelerar compras.

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A secretaria de saúde do Rio também teria aberto auditoria para apurar a suspeita de fraude.

Denúncia semelhante ocorreu em Manaus, depois que a secretaria de saúde adquiriu respiradores a preços quatro vezes maiores que o normal. O ministro da Justiça Sérgio  Moro postou no twiter na segunda-feira,20, que determinou à Polícia Federal apuração dos fatos.

Também há notícias de superfaturamento em compras de máscaras, EPIs – Equipamento de Proteção Individual e álcool gel. Naturalmente que ainda não há nada comprovado e os acusados terão o devido espaço para ampla defesa. No entanto, há indícios claros de corrupção.

Quando se dispensa o processo licitatório previsto na lei 8.666/93, o gestor ainda deve pedir orçamentos a fornecedores e optar pelo melhor preço. E aí que está o pulo do gato. São centenas de ações já ajuizadas que relevam o famoso “três cantos”. Jogo de cartas marcadas onde já se sabe quem vai levar e quem ficará com o excedente.

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