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Após veto de Amaral, vereadores aprovam campanha sobre remédios à base de cannabis

Proposta de Mestre Madureira busca informar sobre benefícios para pacientes com Alzheimer e autismo; texto permite parcerias com universidades.
13 mar 2026 às 10:28
Por: Guilherme Prado

Os vereadores de Londrina aprovaram, nesta semana, o Projeto de Lei nº 172/2025, que institui a Campanha de Conscientização sobre o Uso de Produtos à Base de Cannabis para Fins Medicinais. A proposta, de autoria do vereador Mestre Madureira (PP), prevê ações educativas anuais no mês de abril para informar a população sobre usos terapêuticos e combater o preconceito. O texto autoriza o Executivo a firmar parcerias com universidades e associações de pacientes para promover palestras e rodas de conversa.


A aprovação ocorre em um cenário de cobrança ao governo municipal. Segundo a Câmara Municipal de Londrina, o prefeito Tiago Amaral (PSD) retirou de pauta no ano passado a proposta original sobre o tema com o compromisso de enviar um projeto próprio do Executivo. No entanto, a prefeitura ainda não apresentou nenhuma nova legislação que regulamente o fornecimento dos compostos na rede pública de saúde.


No ano passado, os parlamentares mantiveram o veto integral de Amaral ao Projeto de Lei n° 66/2024, que garantia a distribuição gratuita de medicamentos como o canabidiol (CBD) e o tetrahidrocanabinol (THC). A prefeitura justificou o veto com base em um parecer da Procuradoria-Geral do Município (PGM), que apontou vício de iniciativa. De acordo com o órgão, apenas o Executivo pode criar leis que gerem despesas administrativas e novos ônus fiscais ao município.


O autor da proposta defende que o acesso facilitado é urgente para pacientes com Alzheimer, autismo, Parkinson e epilepsia refratária, devido ao alto custo do tratamento privado. Embora o prefeito tenha declarado apoio à causa e solicitado um parecer técnico à Secretaria de Saúde, o impasse jurídico impediu a implementação do serviço médico em 2025. A nova campanha aprovada foca na educação e informação, sem criar a obrigatoriedade de compra direta de remédios pela prefeitura neste momento.


Em nota, a Prefeitura ressaltou que a proposta está em fase final de elaboração para ser apreciada pelo prefeito. Após análise técnica e administrativa será enviada ao Legislativo, o que deve ocorrer em prazo estimado de 30 dias.

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