Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Política

Em entrevista a filho de Bolsonaro, Moro critica documentário

17 fev 2020 às 17:30
Por: Estadão Conteúdo

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afastou a relação da Lava Jato com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, e a eleição de Jair Bolsonaro para a presidência da República, dois anos depois. "São movimentos que foram distintos. Claro que existe um contexto no qual o presidente foi eleito. Mas, assim, o impeachment não teve a nada a ver com a eleição do presidente Jair Bolsonaro. São coisas dissociadas", disse o ex-juiz federal de Curitiba.

A declaração de Moro foi feita em entrevista ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar estreou ontem um programa de entrevistas em seu canal no YouTube, chamado de O Brasil precisa saber. Antes da exibição, Eduardo divulgou o anúncio da gravação, chamando seus seguidores para acompanhar o programa. Moro fez referência ao impeachment e à eleição presidencial ao criticar o documentário Democracia em Vertigem, da diretora Petra Costa, indicado ao Oscar. "Para um documentário, acho que presta um desserviço aos fatos porque é uma visão deturpada daqueles acontecimentos."

A atuação de Moro na Lava Jato é contestada pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Supremo Tribunal Federal (STF). Os advogados do petista acusam o ex-juiz de agir com parcialidade ao condenar Lula no caso do tríplex do Guarujá e depois assumir um cargo no primeiro escalão do governo Bolsonaro. O julgamento da suspeição de Moro deve ser concluído ainda neste semestre na Segunda Turma do STF.

Custódia

Na entrevista, Moro elogiou o ministro Luiz Fux, do STF, por derrubar um item da lei anticrime que obrigava presos a serem submetidos à audiência de custódia em 24 horas. O dispositivo foi incluído no pacote proposto por Moro na tramitação do projeto no Congresso.

Ao ser questionado sobre futuros projetos a serem encaminhados ao Legislativo, destacou a intenção de deixar a Força Nacional de Segurança expressa na Constituição. A intenção é dar segurança a uma nova modelagem para o órgão, que atualmente reúne policiais estaduais em operações especiais. O ministro também se manifestou favorável à diminuição da idade penal para 16 anos em caso de crimes gravíssimos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Veja também

Relacionadas

Política
Imagem de destaque

Ex-governador do DF não comparece à CPMI do Crime Organizado

Política
Imagem de destaque

Nova lei garante três dias de folga para exames preventivos; veja quais

Política

Irã e Estados Unidos rejeitam proposta de cessar-fogo, dizem agências

Política

Onze governadores renunciam para disputar eleições de outubro

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Grave acidente destrói carro e derruba semáforo na Avenida Brasília nesta terça

Brasil e mundo
Brasil

Menino autista de 12 anos é encontrado morto em estação de esgoto

Cidade
Londrina e região

Polícia Civil fecha clínica de recuperação por tortura e cárcere privado em Londrina

Política
Brasil

Nova lei garante três dias de folga para exames preventivos; veja quais

Paraná
Paraná

ANTT suspende cobranças de pedágio 'free flow' e multas indevidas no Paraná

Podcasts

Podcast Falando de Gestão | EP 54 | Gestão Humana: Propósito e ESG | Maurício Chiesa

Podcast Pod Tah | EP 45 | Empreendedorismo e Inovação | Alexandre Caramori

Podcast Café com Edu Granado | EP 66 | Inteligência Emocional e Sucesso | Rafael Carraro

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.