Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Política

PF abre inquérito sobre depoimento de porteiro no caso Marielle

06 nov 2019 às 18:55
Por: Estadão Conteúdo

A Polícia Federal atendeu pedido do Ministério Público Federal (MPF) e abriu inquérito nesta quarta-feira, 6, para investigar o depoimento prestado pelo porteiro do condomínio Vivendas da Barra, na zona oeste do Rio de Janeiro, no âmbito do caso Marielle Franco.

A solicitação foi atendida horas depois da manifestação da Procuradoria Regional da República, que encaminhou ofício enviado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras. Em nota, a Procuradoria indicou que somente se manifestará de forma conclusiva após o fim das investigações.

Há 602 dias Marielle Franco e Anderson Gomes foram assassinados em circunstâncias que ainda não foram completamente esclarecidas.

No último dia 30, o procurador-geral da República, Augusto Aras, encaminhou ao MPF o ofício assinado pelo ministro Sergio Moro, que pedia a abertura de um inquérito para apurar se houve "tentativa de envolvimento indevido" do nome do presidente na investigação do caso Marielle.

O pedido de Moro foi feito após o presidente acioná-lo para que a Polícia Federal escutasse o porteiro novamente.

Outras notícias

Cirurgia de Jair Bolsonaro ocorre sem intercorrências, diz boletim

"Derrota do governo Lula é vitória do Brasil", diz Flávio Bolsonaro

Bolsonaro é internado para realizar cirurgia no ombro em Brasília

A solicitação foi atendida por Aras, que disse ainda que já havia recebido uma notificação sobre a citação ao nome do presidente no caso, mas não viu elementos suficientes e mandou arquivá-la.

No documento, o ministro da Justiça apontou que haveria uma inconsistência no depoimento do porteiro do Condomínio Vivendas da Barra - onde o presidente morava na época do crime - que "sugere possível equívoco na investigação conduzida no Rio de Janeiro".

Segundo reportagem exibida no Jornal Nacional, da TV Globo, o funcionário afirmou à Polícia Civil que, às 17h10 de 14 de março de 2018 (horas antes do crime), um homem chamado Elcio (que seria Elcio Queiroz, um dos acusados pelo duplo homicídio) entrou no condomínio dirigindo um Renault Logan prata e afirmou que iria à casa 58, que pertence a Bolsonaro e onde morava o presidente. Ronnie Lessa, outro acusado pelo crime, era vizinho do presidente. O então deputado, porém, estava em Brasília, conforme registros da Câmara.

Em setembro, a então a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu que o caso passe a ser conduzido em âmbito federal, o que será analisado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) até o fim deste ano.

Veja também

Relacionadas

Política
Imagem de destaque

TSE determina eleições diretas em Roraima após cassação de governador

Política
Imagem de destaque

Governador em exercício do Rio troca comando de secretarias

Política

Congresso derruba veto de Lula e mantém PL da Dosimetria

Política

Celso de Mello diz que Senado cometeu grave equívoco institucional

Mais Lidas

Cidade
Cascavel e região

Vítimas de grave acidente em Cascavel são identificadas

Cidade
Cascavel e região

Casal morre em grave acidente no cruzamento da Tancredo Neves com a Rua Vitória

Cidade
Londrina e região

Cão Zeca é encontrado em rua de Cambé e polícia segue com investigação

Cidade
Londrina e região

Médico que teria desaparecido com o "Cão Zeca" se pronuncia e diz ser vítima de linchamento

Cidade
Cascavel e região

Câmera registra momento de grave acidente entre carro e moto na BR-277

Podcasts

Conversa com Nassif | EP 13 | Direito de Família e Afeto no Mosaico da Vida | Bruna Foglia

Podcast O Construtor | EP 4 | A Alma da Arquitetura | Marcelo Melhado

Podcast Admita Insight | EP 1 | Como as empresas devem lidar com os riscos psicossociais a partir de agora | Ester Falaschi; Dr. Alexandre Hirade e Dr. Jorge Polverini

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.