Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Política
Brasil

PGR pede perda de cargo para ministro do STJ acusado de crime sexual

Marco Buzzi nega qualquer comportamento criminoso ou inadequado
06 ago 2026 às 14:26
Por: Agência Brasil
Foto: Gustavo Lima/STJ

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta quinta-feira (6) a perda de cargo do ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que é julgado por importunação sexual


O posicionamento, feito em sustentação oral, é uma mudança em relação às alegações finais apresentadas antes, por escrito, pelo subprocurador-geral da República José Adonis. Ele havia opinado pela aposentadoria compulsória, com vencimentos proporcionais. 


O julgamento a portas fechadas começou por volta das 9h30 desta quinta e ocorre no plenário do STJ, que é composto por 33 ministros, sendo um deles o próprio Buzzi. Há ainda duas cadeiras vagas por aposentadoria. A ministra Isabel Galloti, por sua vez, se declarou suspeita. 


Até o momento, fizeram a sustentação oral as defesas das vítimas e do acusado, bem como a acusação. O julgamento segue em andamento. 


Acusação

Buzzi é julgado por duas acusações de crime sexual. Uma foi feita por uma jovem de 18 anos, filha de um casal de amigos, que disse ter sido alvo de uma abordagem do ministro durante um banho de mar quando ela era hóspede em sua casa de praia.

Outras notícias

Lula celebra novas vitórias no Congresso e mira PEC 6x1

Alcolumbre diz que Senado vota fim da escala 6x1 após as eleições

STF decide limitar gratuidade em ações na Justiça do Trabalho


Em seguida, uma servidora também afirmou ter sido vítima de assédio sexual dentro do gabinete. 

O caso é julgado após a conclusão de uma sindicância realizada por três ministros do STJ. Buzzi nega qualquer comportamento criminoso ou inadequado.


Ele está presente no julgamento, sentado ao lado dos advogados, e não na cadeira de ministro que ocupou por 14 anos. Ele está afastado do cargo desde 10 de fevereiro.


Em qualquer caso, absolvição ou condenação, caberá recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF). 


Entenda a perda de cargo

A mudança de posição da PGR ocorre pouco depois de o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) incluir em resolução a previsão de disponibilidade com possível perda de cargo como pena máxima para juízes punidos por faltas graves


Pelas regras aprovadas nesta semana pelo CNJ, caso o magistrado receba a pena máxima, ele continua afastado do cargo, com salário proporcional ao tempo de serviço.


A partir disso, a perda efetiva do cargo e dos vencimentos fica condicionada à abertura de uma nova ação judicial pela Advocacia-Geral da União (AGU), conforme procedimento estabelecido pelo STF neste ano.  

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Política
Imagem de destaque

MP da "taxa das blusinhas" é aprovada na Câmara e vai ao Senado

Política
Imagem de destaque

PEC da Segurança Pública avança na CCJ do Senado

Política

Procurador defende asfixia financeira no combate ao crime organizado

Política

Discord terá dez dias para apresentar proposta de proteção a usuários

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

MPPR apreende R$ 87,5 mil em operação contra corrupção e fraudes

Cidade
Londrina e região

Lutador Kabuto sai da UTI, mas segue sem previsão de alta

Cidade
Londrina e região

Londrina remaneja 17 pontos de radar e adota novas tecnologias

Tarobá Cidade
Londrina e região

Londrina inicia trâmites para construir 2.560 moradias sociais

Cidade
Londrina e região

Acesso na BR-369 em Londrina acumula acidentes e gera insatisfação

Podcasts

PodGuest | EP 29 | Entre moradores e condomínios | Ramon Folego

Podcast Arte do Sabor | EP 9 | Entre o legado e o futuro | Daniel Kummel

PodFala com a Tai | EP 22 | Clara Faria - Do Barzinho ao DVD