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Presidente da CPMI do INSS admite envio de R$ 3,6 mi de emendas à Lagoinha

Senador diz que pedirá à CPI dados de Zettel e afirma que não pretende proteger investigados
17 mar 2026 às 18:15
Por: Band
Carlos Viana
Divulgação/Podemos

senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, afirmou nesta segunda-feira (16) que destinou R$ 3,6 milhões em emendas parlamentares para a sede da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, em 2019, mas negou ter relação com Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro.


A declaração ocorreu durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura. Segundo Viana, os recursos foram enviados à igreja por meio de emendas de 2019, dentro de sua cota como senador. O parlamentar disse que Zettel atuou como pastor em uma espécie de filial da Lagoinha, mas reforçou que não mantém vínculos com ele.


Fabiano Zettel e Daniel Vorcaro estão presos sob suspeita de fraudes no Banco Master. O caso é alvo de investigações que apuram possíveis irregularidades em operações financeiras da instituição.

Emendas e atuação de igrejas

Ao justificar a destinação de recursos à Lagoinha, Viana afirmou que apoia diversas entidades.

Ajudei dezenas de fundações. O governo deve muito às igrejas pelas assistências sociais em presídios


As emendas parlamentares permitem que deputados e senadores direcionem verbas do Orçamento da União para projetos específicos em estados e municípios. A Igreja Batista da Lagoinha, fundada em Belo Horizonte, é uma conhecida congregação evangélica da capital mineira e mantém atividades sociais e religiosas.

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Pedido de dados à CPI do Crime Organizado

Viana também comentou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os trabalhos da CPMI do INSS. Por determinação do ministro Flávio Dino, a comissão está impedida de votar quebras de sigilos de investigados em bloco.


Diante da limitação, o senador afirmou que pedirá à Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado o compartilhamento dos dados de Fabiano Zettel.


Não vou blindar ninguém


A CPI do Crime Organizado investiga a atuação de organizações criminosas. Um eventual compartilhamento de provas com a CPMI do INSS dependerá de decisão dos integrantes dos dois colegiados.

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