De acordo com o boletim médico, a paciente está consciente, mas ainda não há previsão de alta hospitalar. A recuperação de Juliane tem sido gradativa no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do HU, referência estadual para esse tipo de trauma. Em dezembro, a mãe da advogada, Sueli Vieira, já havia relatado que a filha estava saindo do coma induzido e retomando a comunicação com familiares.
O incidente completa três meses nesta quinta-feira (15). Na ocasião, o fogo atingiu o apartamento onde a família morava, no centro de Cascavel, oeste do estado. Juliane agiu rapidamente para resgatar a mãe e o primo, de 4 anos, sofrendo graves lesões no processo.
A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o caso em novembro de 2025. O laudo pericial descartou a hipótese de crime, apontando que o incêndio foi acidental e teve início na cozinha do imóvel.