Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Aba 1
Aba 2
Política

TCE condena réus da Quadro Negro a devolver R$ 3,7 milhões por obra em escola no interior do PR

05 fev 2020 às 09:24
Por: Redação Tarobá News

Sete pessoas e uma empresa foram condenadas pelo TCE-PR (Tribunal de Contas do Estado do Paraná) a devolver, solidariamente, R$ 3,7 milhões, por ilegalidades no pagamento de obras no Colégio Estadual Arcângelo Nandi, em Santa Terezinha do Itaipu, na região Oeste.

Ainda cabe recurso da decisão.

Esse é o 13.º processo de Tomada de Contas Extraordinária julgado no TCE para apurar irregularidades identificadas na Operação Quadro Negro.

A investigação desvendou um esquema de pagamentos ilegais e desvio de recursos em obras licitadas pela Secretaria de Estado da Educação entre 2012 e 2015, na gestão do ex-governador Beto Richa, do PSDB.

Entre os réus estão o ex-diretor da Superintendência de Desenvolvimento Educacional (Sude) Maurício Fanini, a empresa Valor Construtora e Serviços Ambientais, e os representantes da construtora, Eduardo Lopes de Souza, Tatiane de Souza e Vanessa Domingues de Oliveira.

Outras notícias

AGU pede 72 horas para se manifestar sobre ações para liberar bets

Paraná não adotará Lei Seca no dia das eleições de 2026

Dino derruba decisão de Mendonça e libera post sobre Nossa Senhora

Cada uma das sete pessoas condenadas também vai pagar multa de 30% sobre o montante a ser restituído e está proibida de ser contratada pelo poder público.

O voto do relator do processo no TCE, conselheiro Ivan Bonilha, foi aprovado por unanimidade. Bonilha afirma que os interessados não apresentaram defesa a respeito das divergências entre o real estado da obra e a execução que estava prevista em contrato.

Segundo o conselheiro, eles se limitaram a explicar as competências funcionais de cada um. O ex-diretor Mauricio Fanini alega que não era responsável pelas medições no local da obra, nem pela liberação de pagamentos.

Um dos engenheiros condenados, Evandro Machado, sustenta que não fiscalizava diretamente a obra, mas apenas a inserção de dados no sistema. O engenheiro Bruno Hirt alega que Fanini exigiu que as medições fossem realizadas sem acompanhamento presencial.

Viviane Lopes de Souza Lima diz que somente dava suporte técnico às obras e dificilmente ia até o local. Vanessa Domingues de Oliveira afirma que era apenas a coordenadora financeira da Construtora Valor e manteve a empresa em seu nome por ordem do empregador.

Tatiane de Souza diz que se limitava às funções de assistente administrativo de logística. A Construtora Valor e o empresário Eduardo Lopes de Souza, que colaboram com as investigações, não apresentaram defesa.


Paraná Portal

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Política
Imagem de destaque

Eleitor deve se antecipar na consulta a local de votação, alerta TSE

Política
Imagem de destaque

Veja quando termina a propaganda eleitoral para o primeiro turno

Política

Eleitor deve antecipar consulta a local de votação, alerta TSE

Política

Gov.br alerta apostadores sobre prazo para retirar dinheiro das bets

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Londrina entra em alerta para temporais na metade da semana

Cidade
Londrina e região

Mulher morre após passar mal em residência no Jardim Lindóia

Cidade
Londrina e região

Suspeito de matar ciclista diz que levava faca por medo de estupro

Cidade
Londrina e região

Londrina ON já soma mais de 10 mil chamados de moradores

Cidade
Londrina e região

Jovem é atropelada e motorista foge sem prestar socorro

Podcasts

Podcast Arte do Sabor | EP 12 | Moinho Arapongas: Tradição e Futuro | Daniel Kümmel

Podcast Eleva+ Cast | EP 26 | Segurança no gás condominial | Willian Alvarenga

Podcast Em Foco | EP 04 | Além do jaleco | Dr. Rhogger Mendes